segunda-feira, 25 de abril de 2016

O grupo Caixa de Elefante estreia seu espetáculo na Terreira da Tribo!

O espetáculo Prólogo Primeiro utiliza textos de Edward Gordon Craig, montados pela primeira vez no Brasil, cinquenta anos após a morte deste controvertido diretor, dramaturgo, cenógrafo e teórico teatral que revolucionou o século XX com o seu “teatro do futuro” e sua “supermarionete”.  A mescla do simbólico, do paródico e do místico presente em sua obra são apresentados de forma leve, fazendo refletir sobre a presença do ator em cena e também sobre diferentes modos de relacionar-se com o outro e com o mundo.


Com patrocínio da PETROBRAS, o espetáculo PRÓLOGO PRIMEIRO, integra o cronograma de atividades do “Projeto Caixa do Elefante 25 anos”. A estreia será em Porto Alegre, no Espaço Terreira da Tribo, dias 30 de Abril e 1º de maio, às 20 horas. Segue em temporada de 02 a 10 de maio no mesmo espaço, às 15 horas para Escolas e às 20 horas para público em geral. Na sequência viaja em turnê nacional, passando por Florianópolis, Curitiba, Belém, Palmas, São Paulo, Natal, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro.


SERVIÇO
ESTREIA ESPETÁCULO PRÓLOGO PRIMEIRO
DATAS: 30 de abril e 01º de maio de 2016
HORÁRIOS: 20 horas
FAIXA ETÁRIA: 14 anos
LOCAL:  Espaço Terreira da Tribo
Rua Santos Dumont, 1186 – Bairro São Geraldo |Porto Alegre/RS
VALOR: Gratuito.



TEMPORADA PRÓLOGO PRIMEIRO, EM PORTO ALEGRE
DATAS: 02 a 10 de maio de 2016
HORÁRIOS: 15 horas - para escolas agendadas| 20 horas – aberto ao público em geral
FAIXA ETÁRIA: 14 anos
LOCAL:  Espaço Terreira da Tribo
Rua Santos Dumont, 1186 – Bairro São Geraldo |Porto Alegre/RS
VALOR: Gratuito.




AGENDAMENTO ESCOLAS: por e-mail prologoprimeiro@gmail.com com Luanda Wilk
REALIZAÇÃO: Caixa do Elefante Teatro de Bonecos

Saiba mais: http://www.caixadoelefante.com.br/

A CIA CAIXA DO ELEFANTE É PATROCINADA PELA PETROBRAS.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

O Exercício Cênico "Os Sinos da Candelária" entra em cartaz na sala Álvaro Moreira nas quartas de maio!


O Exercício Cênico "Os Sinos da Candelária" da Oficina Popular de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz - Canoas, estará em cartaz nas quartas feiras de maio (4, 11, 18 e 25) na Sala Álvaro Moreira (Av. Erico Veríssimo, 307 – Menino Deus) com entrada franca!


O trabalho foi contemplado pelo edital Novas Caras da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Em 1993 o Rio de Janeiro foi sacudido por um crime covarde, onde crianças foram assassinadas enquanto dormiam em frente à Igreja da Candelária. Este fato originou a peça “Os Sinos da Candelária” da escritora e compositora Aurea Charpinel. E é sobre este texto teatral que a Oficina Popular de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz na cidade de Canoas vem desenvolvendo o seu trabalho no ano de 2013/2014, abordando uma das questões mais agudas da exclusão social no Brasil – o menor abandonado.


Adaptação livre do texto de Aurea Charpinel a peça traz para cena esses meninos e meninas de rua no seu cotidiano, personagens reais trazendo no corpo e na alma a marca da violência. Através de cenas do cotidiano – nas ruas e nas instituições do governo - a peça conta a história de um grupo de crianças e adolescentes nos dias que antecederam o Massacre da Candelária, culminando na cena de violência extrema que consternou o mundo “civilizado” e encheu de vergonha e tristeza os muitos brasileiros que não compactuam com este tipo de bestialidade.


Com: Duda Máximo, Lucas Gheller, Sirlandia Gheller, Thaynan Kraetzig, Janete Costa, Raquel Amsberg, Giovane Nunes, Júlio César Santos, Maitê Astigarraga, Sara Oliveira, Yasmin Oliveira, Maria Senilda Oliveira, Jana Farias, Dijean Bueno, Bárbara Hoch, Gabriel Botelho, Márcio Pereira e Roberta Millarch.

Orientação: Paula Carvalho
Sonoplastia: Pascal Berten

*Oficina Popular de Teatro de Canoas

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desenvolve desde dezembro de 2011, uma oficina teatral na Antiga Estação Férrea de Canoas. Espaço este, que permanece aberto há mais de 20 anos para atividades culturais, devido à resistência de diversos artistas para preservá-la. Á convite do grupo “Pode ter inço no Jardim”, a Tribo se soma aos artistas de Canoas na luta pela preservação da Estação Cultural.

A oficina que acontece no centro reúne pessoas oriundas de diversos bairros, e ao longo desses anos desenvolveu diversas ações artísticas na cidade e realizou os exercícios cênicos “Bate Asas Bate” e “Os Sinos da Candelária”.

Atualmente a Oficina tem o apoio da PIC (Programa de Incentivo a Cultura - Canoas).


Fotos: Eugênio Barboza

sábado, 9 de abril de 2016

Resultado da seleção para a Oficina de Teatro de Rua Arte e Política

ESCOLA DE TEATRO POPULAR
OFICINA DE TEATRO DE RUA 
ARTE E POLÍTICA

SELECIONADOS:

1. ALINE ANCINELLO FERRAZ

2. ARTHUR A. HAAG

3. CLAUDIA BEATRIZ SEVERO

4. CLARISSA LUKIANSKI PACHECO

5. DANIEL JOSÉ STEIL DA SILVA

6. DAVIANA MAITE SUÁREZ

7. GABRIEL SALCEDO BOTELHO

8. HELEN MEIRELES SIERRA

9. HUMBERTO BÖCK FAGUNDES

10. JANA ALICHALA FARIAS

11. JEAN CARLOS MORALLES

12. LETICIA VIRTUOSO

13. LIANA ALICE S. CORRÊA

14. LUANA GABRIELA DA ROCHA

15. LUCAS GHELLER ROCHA

16. LUCAS MACIASEKI

17. MAYURA ANTUNES DE MATOS

18. MARIA SENILDA SANTO DE OLIVEIRA

19. MARIANA MACIEL STEDELE

20. MATHEUS COELHO CAMINI

21. MAURA NASCIMENTO

22. PACHA CARBO JUNQUEIRA

23. RAPHAEL COSTA SANTOS

24. TIANA GODINHO DE AZEVEDO

25. VICTORIA SILVA

As aulas iniciam na próxima terça feira (12/04), às 14h na Terreira da Tribo!


Espetáculo: A Saga de Canudos, da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (2000)
Foto: Cláudio Etges

quinta-feira, 7 de abril de 2016

"Hamlet Envenenado ou o Gosto do Azedo"

O Grupo Rito estará apresentando o espetáculo “Hamlet Envenenado ou o Gosto do Azedo” nos dias 8, 15 e 22 de abril (sextas feiras), às 20h na Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186 - São Geraldo). Entrada Franca!
Distribuição de senhas às 19h30!

"Hamlet Envenenado ou o Gosto do Azedo"

Inspirado no personagem ícone do teatro universal de Shakespeare, “Hamlet envenenado, ou o gosto do azedo”, é uma visita na obra do bardo inglês, abrindo janelas por Heiner Müller e por poemas de exílio e de resistência de alguns poetas palestinos, com suas respectivas obras: Hamlet Máquina e Lamentos dos Oprimidos.
Esse farrapo de Shakespeare, que perdido na corrupção familiar promete vingança ao fantasma do pai assassinado e que serve de moldura ao grito de Ofélia, que clama por vingança. É uma história atual, amparada pelos fragmentos de Heiner Müller e por sua violenta visão de mundo.

Embora seja uma metáfora do homem moderno e de suas consequências de vida, Hamlet é o espelho do teatro e dos homens de teatro diante da crise do artista-intelectual em sua consciência de impotência. Nosso drama não se realiza mais, estamos saturados. O vicio da modernidade tem gosto azedo e nos envenena com a ausência de referencias. O sexo, o poder, o dinheiro e a ganância são ingredientes desse veneno que bebemos cotidianamente, sentados, vestindo a máscara de espectador. Tirai-vos essa máscara!

O RITO – Grupo de Teatro – é um grupo experimental que entende nessa possibilidade de montagem, a importância de fazer um teatro social, crítico e com tantas interrogações para dividir com o público e dialogando com a História da Humanidade e nesse sentido afirmamos: "é preciso aceitar a presença dos mortos como parceiros de diálogo ou como destruidores - somente o diálogo com os mortos engendra o futuro", como já dizia Müller.
O Grupo se constituiu após a formação de atores na Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo, com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Hoje desenvolve uma pesquisa no campo da dramaturgia pós-dramática e com o Teatro Ritual.

Fotos: Alissa Gottfried