quinta-feira, 27 de abril de 2017

Caliban - A Tempestade de Augusto Boal no 1º Festival Arte no Parque

No próximo domingo, 30 de abril, às 20h, o espetáculo "Caliban - A Tempestade de Augusto Boal" estará sendo apresentado no parque da Redenção, dentro do Festival Arte no Parque. A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará fazendo o encerramento deste dia repleto de espetáculos e atividades culturais  no local. Confira a programação:


PROGRAMAÇÃO

11h - Início do evento / feira de produtos orgânicos e troca de livros / Teatro de Caixa
11h – Ícaro – Luciano Malmann / com bate papo com o ator e a diretora Liane Venturella após a apresentação
14h – ETC / Circo Hibrido
15h - Crionças / Coletivo Crionças
16h - Oficina / Cuidado que Mancha
17h - Corsários Inversos / Mosaico Cultural
18h - Flor da Vida / Mototóti
19h - Baile dos Anastácio / Oigalê
20h - Caliban - A Tempestade de Augusto Boal / Ói Nóis Aqui Traveiz

Caliban - A Tempestade de Augusto Boal

Impulsionada pela ideia de que “somos todos Caliban”, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz propõe nesta encenação analisar criticamente a “tempestade” conservadora que sofre atualmente a América Latina, e, especialmente o grande retrocesso nos direitos sociais e na luta pela autonomia econômica, política e cultural que vivemos no Brasil. A encenação é criada a partir do texto “A Tempestade” de Boal, escrita pelo autor no exílio em 1974, período em que os movimentos sociais latino-americanos sofriam uma grande derrota frente ao imperialismo estadunidense e eram terrivelmente reprimidos pelas ditaduras civil-militares. A Tribo, sem trair a sua vocação artística, quer com o seu teatro de rua instaurar a alegria e a indignação nos seus milhares de espectadores. 

Foto Pedro Isaias Lucas
“Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”, criação coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, tem música de Johann Alex de Souza e traz no elenco os atuadores Roberto Corbo, Clélio Cardoso, Paula Carvalho, Keter Atácia, Pascal Berten, Marta Haas, Eugênio Barboza, Tânia Farias, Paulo Flores, Eduardo Arruda, Júlio Kaczam, André de Jesus, Márcio Leandro, Leticia Virtuoso, Mayura Matos, Luana Rocha, Lucas Gheller, Thales Rangel, Dal Vanso, Daniel Steil, Alex Pantera e Jana Farias.

Link do evento no facebook com mais informações:
https://www.facebook.com/events/1301659736554083/

sábado, 22 de abril de 2017

Seminário: Caliban – Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América

O seminário Caliban – Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América debate a marginalização da América Latina, com Cecília Boal e Vivian Tavares

Projeto da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz analisa a onda conservadora que sofre atualmente a América Latina e o retrocesso nos direitos sociais


Entre os dias 23 e 26 de abril, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz realiza em Porto Alegre o seminário Caliban – Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural, um dos principais programas de fomento à cultura do país. A atividade conta com Cecília Thumim Boal, companheira de vida e luta de Augusto Boal (1931-2009), também presidente do Instituto Augusto Boal, e a pesquisadora e crítica teatral cubana, Vivian Tavares. Além do seminário, será apresentado o mais novo espetáculo de rua do grupo, Caliban – A Tempestade de Augusto Boal, criado dentro deste projeto.

Tanto as palestras com Cecília e Vivian, nos dias 24 e 25, respectivamente, quanto a peça, que abre e encerra a programação, nos dias 23 e 26, o que é debatido é a figura de Caliban em ‘A Tempestade’, de Boal, que ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. O cubano Roberto Fernández Retamar foi o primeiro a falar em Caliban como símbolo dos povos marginalizados, e José Martí, seu conterrâneo, cunhou o termo Nuestra América, fundando uma concepção de identidade cultural do continente, com liberdade e determinação própria.

Impulsionado pela ideia de que “somos todos Caliban”, o grupo propõe neste projeto analisar criticamente a tempestade conservadora que sofre atualmente a América Latina e o retrocesso nos direitos sociais e na luta pela autonomia econômica, política e cultural que a população brasileira vive. Falar em Caliban como símbolo da identidade e do teatro latino-americano implica em tornar visíveis as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial.

Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, levar para a rua a encenação Caliban – A Tempestade de Augusto Boal e debate-la é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliban é a reivindicação da legitimidade do diferente. Poder compartilhar e refletir com outras pessoas a pesquisa sobre a figura desse personagem, segundo o grupo, é investir na aspiração de falar e conhecer Nuestra América, seu teatro e seus cidadãos, que não desistem e resistem.


Próximos passos e desdobramentos do projeto:
O seminário acompanha a peça no Brasil e, no ano que vem, ambos chegam na Casa de las Américas, em Cuba, proporcionando ao Ói Nóis um intercâmbio com grupos cubanos, como o tradicional Teatro Buendía (Havana) e os grupos de teatro de rua Teatro Andante (Bayamo), Mirón Cubano (Matanzas) e Compañía Morón Teatro (Morón). As atividades são gratuitas e serão registradas fotográfica e audiovisualmente.

Palestrantes:
Cecilia Thumim Boal nasceu em Buenos Aires, onde trabalhou na década de 1960 como atriz, diretora e roteirista de TV. Em 1966 incorporou o elenco do Teatro de Arena de São Paulo, participando de vários espetáculos no Brasil e em outros países. Em 1982 finalizou estudos de Psicologia na Sorbonne (Paris VII). É psicanalista e atriz. Preside o Instituto Augusto Boal, criado em 2010. Desde então tem se dedicado a preservar e divulgar a obra de Boal, desde as novas publicações dos seus livros na hoje extinta editora Cosac Naify, à montagem de peças, realização de seminários e encontros sobre teatro e dramaturgia.

Vivian Martínez Tabares, crítica e pesquisadora teatral, editora e professora, é membro da comissão de especialistas da Faculdade de Artes Cênicas do Instituto Superior de Artes (ISA) desde 1998. Participa também do Conselho de Direção da Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe (EITALC), do Conselho Assessor do Editorial Letras Cubanas, do Festival Internacional de Teatro Latino de Los Angeles (FITLA). Entre 1987 e 1990 dirigiu a revista Tablas. Desde 2000 dirige a revista Conjunto e o Departamento de Teatro da Casa de las Américas, onde organiza a Temporada Mayo Teatral. Entre maio de 2007 e maio de 2010 foi conselheira cultural na Embaixada de Cuba no México.


Sobre o Rumos Itaú Cultural
O Itaú Cultural mantém o programa Rumos desde 1997. Este que é um dos primeiros editais públicos do Brasil para a produção e a difusão de trabalhos de artistas, produtores e pesquisadores brasileiros, já ultrapassou os 52 mil projetos inscritos vindos de todos os estados do país e do exterior. Destes, foram contempladas mais de 1,3 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa.

Este seminário faz parte do Projeto Caliban – Apontamentos sobre O Teatro de Nuestra América, selecionado pelo Rumos Itaú Cultural, um dos principais programas de fomento à cultura do país.

Programação:

23/04, 15h: Apresentação do espetáculo de teatro de rua Caliban – A Tempestade de Augusto Boal no Parque da Redenção

24/04, 20h: Palestra Apontamentos sobre o teatro de Augusto Boal com Cecília Thumim Boal (Rio de Janeiro)

25/04, 20h: Palestra Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América com Vivian Martínez Tabares (Cuba)

26/04, 15h: Apresentação do espetáculo de teatro de rua Caliban – A Tempestade de Augusto Boal na Praça da Alfândega


Sobre o seminário

Foi um cubano, Roberto Fernández Retamar, o primeiro a falar em Caliban como símbolo dos povos marginalizados. E foi outro cubano, José Martí, que cunhou o termo Nuestra América, fundando uma concepção de identidade cultural do continente, com liberdade e determinação própria. 
A figura de Caliban em A Tempestade, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visível as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial. 
Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, levar para a rua a encenação Caliban - A Tempestade de Augusto Boal é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliban é a reivindicação da legitimidade do “diferente”. Poder compartilhar e refletir com outras pessoas a pesquisa sobre a figura de Caliban, para o Ói Nóis, é investir na aspiração de falar e conhecer Nuestra América, seu teatro e seus cidadãos, que não desistem. E resistem. 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

“Caliban – A Tempestade de Augusto Boal” desembarca na Restinga!


A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz que desde o início da sua trajetória tem uma ligação bem significativa com o bairro Restinga, através de espetáculos e oficinas populares, no dia 22 de abril, às 15h na Av. Macedônia (ao lado do Ginásio do Cecores) estará apresentando o seu mais novo espetáculo de teatro de rua “Caliban - A Tempestade de Augusto Boal”.

Foto: Pedro Isaias Lucas

Impulsionada pela ideia de que “somos todos Caliban”, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz propõe nesta encenação analisar criticamente a “tempestade” conservadora que sofre atualmente a América Latina, e, especialmente o grande retrocesso nos direitos sociais e na luta pela autonomia econômica, política e cultural que vivemos no Brasil. A encenação é criada a partir do texto “A Tempestade” de Boal, escrita pelo autor no exílio em 1974, período em que os movimentos sociais latino-americanos sofriam uma grande derrota frente ao imperialismo estadunidense e eram terrivelmente reprimidos pelas ditaduras civil-militares. A Tribo, sem trair a sua vocação artística, quer com o seu teatro de rua instaurar a alegria e a indignação nos seus milhares de espectadores. 

“Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”, criação coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, tem música de Johann Alex de Souza e traz no elenco os atuadores Roberto Corbo, Clélio Cardoso, Paula Carvalho, Keter Atácia, Pascal Berten, Marta Haas, Eugênio Barboza, Tânia Farias, Paulo Flores, Eduardo Arruda, Júlio Kaczam, André de Jesus, Márcio Leandro, Leticia Virtuoso, Mayura Matos, Luana Rocha, Lucas Gheller, Thales Rangel, Dal Vanso, Daniel Steil, Alex Pantera e Jana Farias.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

“Caliban – A Tempestade de Augusto Boal” em Porto Alegre!!!


No dia 18 (terça) feira às 15h na Praça da Alfândega, e no dia 20 (quinta), às 15h30 no Cristal (dentro da 9º semana do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo) a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará apresentando a sua mais nova criação coletiva para teatro de rua “Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”. 

«(...) Para mim, o importante é que [o espetáculo]
seja feito com muita verdade, muita
sinceridade, muita cor, que pode até exagerar
um pouco, mas que fique claro, bem claro,
que somos belos porque somos nós, e nenhuma
cultura imposta é mais bela do que a
nossa. É preciso que fique claro que nós somos
Caliban" (BOAL, 1979).

Foto: Pedro Isaias Lucas

Impulsionada pela ideia de que “somos todos Caliban”, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz propõe nesta encenação analisar criticamente a “tempestade” conservadora que sofre atualmente a América Latina, e, especialmente o grande retrocesso nos direitos sociais e na luta pela autonomia econômica, política e cultural que vivemos no Brasil. A encenação é criada a partir do texto “A Tempestade” de Boal, escrita pelo autor no exílio em 1974, período em que os movimentos sociais latino-americanos sofriam uma grande derrota frente ao imperialismo estadunidense e eram terrivelmente reprimidos pelas ditaduras civil-militares. A Tribo, sem trair a sua vocação artística, quer com o seu teatro de rua instaurar a alegria e a indignação nos seus milhares de espectadores. 
A peça de Boal é uma resposta ao clássico “A Tempestade” de William Shakespeare. A história é vista pela perspectiva de Caliban, metáfora dos seres humanos originários da América que foram dizimados e escravizados pelos invasores colonizadores representados pelo personagem Próspero. Na versão de Boal, Próspero é tão perverso quanto os nobres europeus que usurparam o seu poder. Todos representam a violenta dominação colonial e cultural. A filha de Próspero, Miranda, e o príncipe de Nápoles, Fernando, fazem uma aliança não por amor como na peça de Shakespeare, mas sim por interesses capitalistas. Ariel, o “espírito do ar”, representa o artista alienado, mescla de escravo e mercenário a serviço da ordem constituída. Somente Caliban se revolta até ser, finalmente, derrotado. Os vilões permanecem na “ilha tropical” para escravizá-lo. Mesmo escravo, Caliban resiste. Como em todo bom teatro político, o público deve perceber que os símbolos da obra remetem à realidade, para despertar neles – emotiva e racionalmente – uma resposta crítica fora da ficção. Caliban simboliza hoje a resistência ao neo-colonialismo.  

Para seduzir o púbico anônimo e passageiro das ruas das cidades, a criação coletiva do Ói Nóis Aqui Traveiz investe em um movimento de cena dinâmico com personagens excêntricos, utilizando adereços e figurinos impactantes com máscaras e bonecos. A narração da fábula é toda influenciada pela música, o canto e a dança. Mesclando os movimentos do coro com ações acrobáticas, cenas de humor irreverente e personagens clownescos com uma narrativa épica, “Caliban – A Tempestade de Augusto Boal” reflete alegoricamente a nossa sociedade. Resultado de uma pesquisa que procurou a criação de uma linguagem de signos capazes de transmitir uma emoção poética. O teatro de rua do Ói Nóis Aqui Traveiz pretende surpreender, sensibilizar e conquistar a empatia dos mais diversos públicos trazendo para cena uma estética e uma ética libertária. 

“Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”, criação coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, tem música de Johann Alex de Souza e traz no elenco os atuadores Roberto Corbo, Clélio Cardoso, Paula Carvalho, Keter Atácia, Pascal Berten, Marta Haas, Eugênio Barboza, Tânia Farias, Paulo Flores, Eduardo Arruda, Júlio Kaczam, André de Jesus, Márcio Leandro, Leticia Virtuoso, Mayura Matos, Luana Rocha, Lucas Gheller, Thales Rangel, Dal Vanso, Daniel Steil, Alex Pantera e Jana Farias.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Seminário: Caliban – Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América

Nos dias 23, 24, 25 e 26 de abril a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará realizando o seminário “Caliban – Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América”. Além de apresentações do mais novo espetáculo de teatro de rua do Ói Nóis Aqui Traveiz, estaremos recebendo em Porto Alegre para o seminário, a companheira de vida e luta de Augusto Boal (também Diretora do Instituto Augusto Boal) Cecília Thumim Boal, e a pesquisadora e crítica teatral de Cuba, Vivian Tabares. ENTRADA FRANCA!



Este seminário faz parte do Projeto Caliban – Apontamentos sobre O Teatro de Nuestra América, selecionado pelo Rumos Itaú Cultural, um dos principais programas de fomento à cultura do país.

Programação:

23/04, 15h: Apresentação do espetáculo de teatro de rua Caliban – A Tempestade de Augusto Boal no Parque da Redenção

24/04, 20h: Palestra Apontamentos sobre o teatro de Augusto Boal com Cecília Thumim Boal (Rio de Janeiro)

25/04, 20h: Palestra Apontamentos sobre o teatro de Nuestra América com Vivian Martínez Tabares (Cuba)

26/04, 15h: Apresentação do espetáculo de teatro de rua Caliban – A Tempestade de Augusto Boal na Praça da Alfândega


Sobre o seminário

Foi um cubano, Roberto Fernández Retamar, o primeiro a falar em Caliban como símbolo dos povos marginalizados. E foi outro cubano, José Martí, que cunhou o termo Nuestra América, fundando uma concepção de identidade cultural do continente, com liberdade e determinação própria. 
A figura de Caliban em A Tempestade, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visível as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial. 
Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, levar para a rua a encenação Caliban - A Tempestade de Augusto Boal é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliban é a reivindicação da legitimidade do “diferente”. Poder compartilhar e refletir com outras pessoas a pesquisa sobre a figura de Caliban, para o Ói Nóis, é investir na aspiração de falar e conhecer Nuestra América, seu teatro e seus cidadãos, que não desistem. E resistem. 

Palestrantes

Cecilia Thumim Boal (Rio de Janeiro)
Nascida em Buenos Aires, trabalhou na década de 1960 como atriz, diretora e roteirista de tv. Em 1966 incorpora o elenco do Teatro de Arena de São Paulo, participando de vários espetáculos no Brasil e em outros países. Em 1982 finaliza estudos de Psicologia na Sorbonne (Paris VII). É psicanalista e atriz. Preside o Instituto Augusto Boal, criado em 2010. Desde então tem-se dedicado a preservar e divulgar a obra de Boal, desde as novas publicações dos seus livros na editora Cosac Naify, à montagem de peças, realização de seminários e encontros sobre teatro e dramaturgia.

Vivian Martínez Tabares (Cuba)
Crítica e pesquisadora teatral, editora e professora. Membro da comissão de especialistas da Faculdade de Artes Cênicas do Instituto Superior de Artes (ISA) desde 1998, do Conselho de Direção da Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe (EITALC), do Conselho Assessor do Editorial Letras Cubanas, do Festival Internacional de Teatro Latino de Los Angeles (FITLA) e da revista emisférica, do Instituto Hemisférico de Performance e Política. Entre 1987 e 1990 dirigiu a revista Tablas. Desde 2000 dirige a revista Conjunto e o Departamento de Teatro da Casa de las Américas, onde organiza a Temporada Mayo Teatral. Entre maio de 2007 e maio de 2010 foi conselheira cultural na Embaixada de Cuba no México.