História


1978
Março, 31 - inaugura o Teatro ói Nóis Aqui Traveiz. Até agosto são encenadas duas peças curtas de Júlio Zanotta, A Divina Proporção e A Felicidade Não Esperneia Patati Patatá. De julho a outubro é desenvolvida Oficina Teatral. De novembro a dezembro é apresentada A Bicicleta do Condenado, de Fernando Arrabal.

1979
Abril a agosto é apresentado Ensaio Selvagem, de Zé Vicente. Maio é a vez de Sentido do Corpo de Carlos Wladimirski. Essas duas montagens causam escândalo e repercussão pela ousadia e experimentalismo. De Outubro desse mesmo ano à Julho de 1980 o espetáculo O Rei Já Era Parará Tim Bum Bum é encenado.

1980
É censurada a montagem de O Amargo Santo da Purificação, criação coletiva baseada em Sartre, Allen Ginsberg e Renato Tapajós, que trata da guerrilha no país. Abre a Casa para Aventuras Criativas, espaço para a pesquisa teatral. Dezembro, encena Ananke, a luta pela vida, criação coletiva, no Teatro Presidente.

1981
Primeiras intervenções teatrais de rua em manifestações ecológicas. De abril a dezembro a Casa promove Oficinas teatrais.

1982
Oficina Teatral de agosto a outubro de 1983 , no campus universitário da UFRGS. Intervenção teatral pela Paz nas Malvinas.

1983
Encena improvisações e peças curtas nas ruas e campus universitários.

1984
Abre a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, na José do Patrocínio, um centro de experimentação e pesquisa cênica . A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais como na manutenção do espaço. Nas ruas, Um minuto para a paz e Nagazaki nunca mais. Setembro a dezembro, na Terreira, a criação coletiva A visita do presidenciável ou Os Morcegos estão comendo os abacates maduros.

1985
A partir de janeiro inicia o projeto Oficinas de Teatro Livre, abertas e gratuitas a todos interessados. Nas ruas e praças, as intervenções A dúzia suja, Rosa de Hiroshima, Fim ao FMI e a peça Teon Morte em tupi-guarani, que é encenada até abril de 1988. Dezembro a julho/86, é encenada As Domésticas, adaptação de Les Bonnes de Jean Genet.

1986
Inicia o projeto Oficinas de Experimentação e Pesquisa Cênica. Nas ruas as intervenções: Liberdade para a virgem, A última folha...acabou o verde e Todos a greve geral. De novembro a julho/87 é encenado Fim de Partida, de Samuel Beckett. Prêmios Açorianos de melhor ator, atriz especial, ator coadjuvante, cenografia e figurino.

1987
Janeiro a dezembro, criação coletiva de teatro de sombras, Manchas do lençol. Maio a junho/88 é encenada nas ruas, praças e periferia da cidade, A exceção e a regra, de Bertold Brecht. Agosto a janeiro/89 é encenada a criação coletiva Ostal. Prêmios Açorianos de melhor espetáculo, cenografia e produção. Intervenções na rua: Da velha inquisição a nova censura, A Redenção pede socorro, O soldadinho e Goiânia nunca mais - césio 137.

1988
Inicia o projeto Caminho para um Teatro Popular, buscando criar um circuito regular de apresentações nas ruas, praças e vilas, portas de fábrica, sindicatos, centros comunitários, instituições de reclusão de menores, penitenciárias, hospitais e manicômios, e Teatro como instrumento de discussão social, incentivando a organização de grupos na periferia, através de oficinas onde se desenvolve um trabalho de reflexão da realidade social.
Julho a maio/90, nas ruas, A história do homem que lutou sem conhecer seu grande inimigo, adaptação livre da Revolução na América do Sul, de Augusto Boal. Prêmio Quero-Quero/Sated de melhor caracterização.
Nas ruas, as intervenções O Guaíba vai virar Copacabana, Zé da Silva e o FMI e Tributo a Chico Mendes.
Outubro e novembro, em São Paulo, temporada de Ostal. Desenvolve o projeto de pesquisa Raízes do Teatro.

1989
Intervenção de rua: Dia mundial do meio-ambiente. Participa do Festival de inverno de Belo Horizonte com A história do homem que lutou sem conhecer seu grande inimigo.

1990
Até 1992 é encenado Antígona, ritos de paixão e morte, resultado do trabalho de pesquisa Raízes do Teatro. Prêmios Açorianos de melhor espetáculo, direção, cenografia, figurino e ator coadjuvante. Prêmio Quero-Quero/Sated de melhor espetáculo, cenografia, figurino, caracterização, ator e atriz coadjuvante. Encena nas ruas Dança da Conquista, criação coletiva. Particpa do Festival Internacional de Teatro de Rua de Belo Horizonte.

1991
Até 1993 encena nas ruas Deus Ajuda os Bão, de Arnaldo Jabor. Participa do I Encontro do Movimento de Teatro de Grupo, em Ribeirão Preto, São Paulo. Participa da I Mostra de Teatro de Rua e da I Mostra de Teatro na Porta de Fábrica, em Porto Alegre.
Prêmio Quero-Quero/Sated de Melhor espetáculo de Teatro de Rua.

1992
Inicia o projeto de pesquisa Raízes do Teatro - II parte.
Desenvolve o projeto Oficina de Teatro Sindical, objetivando a criação de um núcleo de ação teatral de trabalhadores. 
Participa do I Encontro Nacional de Teatro de Rua, realizado em Porto Alegre e da Mostra de Teatro de Rua de Campinas. 

1993
Nas ruas: Se Não Tem Comam Bolo! e Os três caminhos percorridos por Honório dos Anjos e dos Diabos, criações coletivas, apresentadas até 1996.
Participa do II Encontro do Movimento de Teatro de Grupo, em Ribeirão Preto, São Paulo, e do Festival D’Outras Terra, em Petropólis, no Rio de Janeiro. Neste encontro coordena um workshop e debate com o grupo italiano Tascabile de Bergamo.
Participa em São Paulo da Mostra Sesc de Teatro de Rua. Apresentações em praças e ruas do Rio de Janeiro.

1994
Participa do I Festival Internacional de Artes Cênicas do Rio de Janeiro e da Mostra de Teatro Jovem.
Até maio de 1996 é encenado Missa para Atores e Público sobre a Paixão e o nascimento do Doutor Fausto, de Acordo com o Espírito de Nosso Tempo, resultado do projeto de pesquisa Raízes do Teatro. O espetáculo recebe os prêmios Açorianos de melhor espetáculo, cenografia, produção e ator coadjuvante, e os prêmios Quero-Quero/Sated de melhor espetáculo. cenografia e caracterização. Se Não Tem Pão, Comam Bolo! recebe o prêmio de melhor espetáculo de Teatro de Rua, e o Ói Nóis Aqui Traveiz é premiado pelo conjunto de sua obra.

1995
Encena nas ruas o espetáculo Independência ou Morte!, criação coletiva, premiado no Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo de Florionopólis, em 1996.
Inicia o Projeto de Oficina de Teatro de Rua. Encena A Incrível História de Héracles, voltada para o público infantil.

1996
Encena o espetáculo Álbum de Família, de Nelson Rodrigues.
Nas ruas A Heroína de Pindaíba, adaptação livre da peça O homem que era uma fábrica, de Augusto Boal.

1997
Continuidade dos projetos Caminho para um Teatro Popular com as peças A Heroína de Pindaíba e Independência ou Morte! , Teatro como instrumento de discussão social e Oficinas teatrais na Terreira da Tribo. 
Encena A Morte e a Donzela, de Ariel Dorfman, premiada com os Açorianos de melhor Cenografia e iluminação. Prêmio A Luta pela Terra do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra pela sua contribuição cultural.

1998
Realiza o Projeto Bertolt Brecht: Lições de História com a encenações de Os Fuzis da Senhora Carrar, Quanto Custa o Ferro?, Terror e Miséria do III Reich e A Decisão e um ciclo de debates e palestras sobre a obra do dramaturgo. 
Oficina de montagem em Pelotas que resulta no espetáculo Um Homem é um Homem. 
Encena o espetáculo A Exceção e a Regra nas ruas e praças. Continuidade do Projeto Caminho Para Um Teatro Popular. Participa do Festival Nacional de Teatro Isnard Azevedo em Florionopólis e da Mostra Cena Aberta no Rio de Janeiro.
Prêmio Açorianos de Destaque no Teatro Gaúcho - 20 Anos de Atuação.
Participa do Projeto Cena Aberta dos Ministérios da Cultura e do Trabalho, promovendo diversas Oficinas na Terreira da Tribo.

1999
A Exceção e a Regra participa do Festival Internacional de Londrina, do Festival Espetacular de Bonecos de Curitiba, do Porto Alegre Em Cena e do Festival de Música Pela Reforma Agrária em Palmeiras das Missões. 
Terreira de Todas as Tribos é samba enredo da Escola de Samba Unidos da Zona Norte no Carnaval de Porto Alegre em homenagem a trajetória do Ói Nóis Aqui Traveiz.
Oficinas de Teatro Livre, Teatro de Rua, Canto e Percussão na Terreira da Tribo
Encena Hamlet Máquina, de Heiner Müller, na Terreira da Tribo e no Galpão da Epatur.
Abre um novo espaço para a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, no bairro Navegantes.

2000
A Exceção e a Regra participa em Santiago no Chile Do 14.a ENTEPOLA (Encontro de Teatro Popular Latino-Americano)
Inaugura em sua nova sede a Escola de Teatro Popular Com a Oficina para Formação de Atores.
Realiza o Seminário Teatro Aqui e Agora na Terreira da Tribo.
Encena A Saga de Canudos nas ruas da cidade.
Participa com os espetáculos Hamlet Máquina e A Saga de Canudos do Projeto Balaio Brasil/SESC em São Paulo.
Circuito de apresentações no interior paulista.

2001
A Saga de Canudos participa do 5.o Porto Alegre em Montevideo, no Uruguai  e do Festival Espetacular de Teatro de Bonecos de Curitiba.
Realiza o Seminário Cena Contemporânea – Política, Ética e Atuação na Terreira da Tribo.
Encena Kassandra In Process na Terreira da Tribo.
Forma a primeira turma de atores da Escola de Teatro Popular. Encena ‘Exercício Cênico – A Casa de Bernarda Alba’ na Terreira da Tribo.
Prêmio A Luta Pela Terra do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra pela sua contribuição cultural/edição 2001.

2002
A Saga de Canudos participa do Festival de Teatro de Curitiba. 
No aniversário de 18 anos da Terreira da TRIBO Realiza o Seminário A Presença do Ator, na Terreira da Tribo reunindo importantes nomes do Teatro Brasileiro, como Zé Celso Martinez Correa, Carlos Simioni (LUME), Luiz Carlos Vasconcellos Piolim), Márcio Marciano( Cia. do LATÃO).
Paulo Flores é o homenageado do Festival Porto Alegre em Cena.
Kassandra in Process participa do 9º Porto Alegre e Cena.
A Saga de Canudos participa do Projeto Palco Giratório do SESC Nacional, percorrendo 15 cidades no interior de Santa Catarina.
A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo realiza o Seminário Dramaturgias – Um Olhar Sobre as Diferentes Dramaturgias da Cena Contemporânea, com a presença de personalidades representativas do nosso Teatro como Amir Haddad, Celso Frateschi, João das Neves e Ingrid Koudela.

2003
“Aos que Virão Depois de Nós – Kassandra In Process” ganha o Prêmio Açorianos de Melhor espetáculo, Melhor Produção, Melhor Trilha Sonora e Melhor Atriz Coadjuvante.
A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo apresenta o Exercício Cênico A Alma Boa de Setsuan, trabalho de conclusão da segunda turma da Escola. 
Apresentou os espetáculos Aos que virào depois de Nós – Kassandra In Process nos estados do Rio de Janeiro e Ceará e A Saga de Canudos no Rio de Janeiro, Bahia, Pernanbuco, Alagoas, Paraíba e Ceará.
Recebe o Prêmio Qorpo Santo da Camara de Vereadores de Porto Alegre.
É indicado ao Prêmio Multicultural Estadão do Jornal O Estado de São Paulo.

2004
“Aos que Virão Depois de Nós – Kassandra In Process” participa do Festival de Teatro de Curitiba. 
A Escola de Teatro Popular realiza o Seminário Cena, Paixão e Fúria Segundo Artaud com a presença de Camille Dumoulié, Daniel Lins, Beatriz Britto, Paulina Nólibos, Caco Coelho e Teixeira Coelho; e as performances Ofélia Machine, Ato Bruto, Salomé Decapitada e Para Acabar de Vez com o Julgamento de Artaud.
A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo oferece as Oficinas Para Formação de Ator, Teatro de Rua Arte e Política e Teatro Livre.
Desenvolve o projeto Ói Nóis Aqui Traveiz: Jogos de Aprendizagem apresentando os espetáculos criados nas oficinas coordenados pela Tribo: Exercício Cênico: A Alma Boa de Setsuan, Jogos na Hora da Sesta e Os Sinos da Candelária.
No aniversário de 20 anos da Terreira da Tribo realiza o Painel ‘A Cena da Tribo: O ator-atuador, a direção coletiva, a busca de uma organização libertária e o trabalho de Pesquisa com a presença de Stela Fischer, Valmir Santos, Antônio Januzelli e Rosyane Trotta. 
Lançamento do vídeo Tupambaé – Terra Sagrada, que discute a questão dos ‘territórios culturais’ para os grupos de teatro, com a palestra de José Celso Martinez Correa.
A Escola de Teatro Popular realiza o Seminário Cena Política – Uma Abordagem Brechtiana com a presença de Reinaldo Maia, Iná Camargo Costa, Jorge Arias e Sérgio Carvalho; e as leituras dramáticas encenadas de A Exceção e a Regra’, ‘Terror e Miséria do III Reich’, ‘Quanto Custa o Ferro? e ‘A Alma Boa de Set Suan’.
Lançamento da 1º edição do livro “Aos que Virão Depois de Nós – Kassandra In Process o desassombro da Utopia” 

2005
Lança novas edições dos projetos Caminho para um Teatro Popular (percorrendo cerca de trinta bairros com o espetáculo de Teatro de rua A Saga de Canudos), Teatro como instrumento de discussão social (realizando oficinas em três bairros de Porto Alegre), Mostra Oi Nóis Aqui Traveiz – jogos de Aprendizagem. A Escola de Teatro Popular abre inscrições para a Oficina para formação de atores, Oficina de Teatro de rua arte e política e Oficina de teatro livre.
O espetáculo Aos que virão depois de nós KASSANDRA IN PROCESS inaugura o teatro Elis Regina na Usina do Gasômetro realizando temporada até o final de 2005.
Lançamento da 2º edição do livro “Aos que virão depois de nós KASSANDRA IN PROCESS O desassombro da Utopia”
Exibição do DVD do espetáculo “Aos que virão depois de nós KASSANDRA IN PROCESS” na Sala de Cinema P. F.Gastal
A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo realiza o Seminário Teatro de Grupo: Reinventando a Utopia com a presença de Amir Haddad(RJ), Ilo Krugli (SP), Luis Carlos Vasconcellos (PB), Antonio Guedes (RJ), Sergio Carvalho (SP) e os pesquisadores Rosyane Trotta (RJ), Narciso Telles (RJ) e André Carreira (SC).
Participa do II Encontro da Redemoinho – Rede Brasileira de Espaços de Criação, Compartilhamento e Pesquisa Teatral.

2006
Participa do Encontro Nacional de Teatro de Rua de Angra dos Reis com o espetáculo A Saga de Canudos.
No dia 31 de março, aniversário de 28 anos de Trajetória, lança o primeiro número da Cavalo Louco revista de teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e o site www.oinoisaquitraveiz.com.br.
Lança novas edições dos projetos Caminho para um Teatro Popular, Teatro como instrumento de discussão social (realizando oficinas em oito bairros da Grande Porto Alegre), Mostra Oi Nóis Aqui Traveiz – jogos de Aprendizagem (com as encenações de Exercício Cênico: Estado de Sítio, de Albert Camus, A Mais Valia vai Acabar, Seu Edgar, de Oduvaldo Vianna Filho, Última Instância, de Carlos Queiroz Telles e A história da Cobra Grande, de Carlos Carvalho).
A Escola de Teatro Popular abre inscrições para a Oficina para formação de atores, Oficina de Teatro de rua arte e política e Oficina de teatro livre.
Temporada do espetáculo Aos que virão depois de nós KASSANDRA IN PROCESS no teatro Elis Regina na Usina do Gasômetro. A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo realiza o Seminário Imagens da Revolução.
Realiza a encenação A Missão Lembrança de Uma Revolução, de Heiner Muller, na Terreira da Tribo.

2007
Organiza a Circulação A Saga de Canudos Teatro de Rua na Cidade e no Campo percorrendo os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul com apresentações, oficinas e palestras.
Comemora 29 anos realizando o Seminário Diálogos sobre o Teatro Contemporâneo.
Lançamentos Ói Nóis Na Memória do 2º número da Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e do Livro A Utopia em Ação de Rafael Vecchio na Terreira da Tribo.
Recebe o Prêmio Açorianos de Melhor Cenografia e Ator Coadjuvante por “A Missão – Lembrança de uma Revolução”.
Participa da II Mostra Latino americana de Teatro de Grupo em SP no mês de maio.
Apresenta o espetáculo Aos que virão depois de nós – Kassandra In Process em São Paulo e Festival Internacional de São José do Rio Preto nos meses de julho e agosto com grande êxito de público e crítica.
Lançamento do DVD Aos que virão depois de nós Kassandra In Process – A Criação do Horror. Registro áudio visual do espetáculo e seu processo de criação, entrevista com os atuadores, as músicas, fotos e projetos desenvolvidos pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Recebe o Prêmio Brasken em Cena de Melhor espetáculo do Festival POA em Cena com A Missão Lembrança de uma Revolução.
Realiza o Circuito Caminho para um Teatro Popular com a Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz Jogos de Aprendizagem percorrendo diversos bairros de Porto Alegre e Região Metropolitana.
Realiza o Seminário Cavalo Louco com a presença de Jorge Arias, André Queiroz, Marília Carbonari, Narciso Telles e Maria Thaís. 
Lançamento do 3º número da Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Organiza na Terreira da Tribo o IV Encontro Nacional do Redemoinho (Movimento Brasileiro de Espaços de Criação, Compartilhamento e Pesquisa Teatral) com representantes de grupos de vários Estados.

2008
A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz recebe o Prêmio Shell na Categoria Especial pela Pesquisa e Criação Coletiva e Melhor Trilha Original de Johann Alex de Souza de Aos que virão depois de nós Kassandra In Process.
Completa Três décadas de Atuação recebendo da Prefeitura de Porto Alegre a cedênia de um Terreno na Cidade Baixa para Construção de sua sede definitiva.
Para celebrar seu aniversário de Trinta anos realiza intensa programação: Intervenção das Cia. Gente Falante e Terpsí Teatro de Dança; apresentação do espetáculo “Antônio Brasileiro”; Assinatura do Termo de Cedência do Terreno na Cidade Baixa (João Alfredo, 709) com o prefeito José Fogaça , Exposição “Prima Matéria” da artista plástica Margarida Rache. Painel “A Cena da Tribo” com Antônio Januzelli, Caco Coelho, Jorge Arias, Narciso Telles, Paulina Nólibos e Valmir Santos; Show “Samba do Cavalo Louco” com o Movimento Cultural Central do Samba e coquetel de lançamento da CAVALO LOUCO – Revista de Teatro n°4; Lançamento do CD “Ópera de Quarto: Músicas para Teatro” de Johann Alex de Souza na voz de Leonor Melo; Lançamento do livro “Uma Tribo Nômade - a Ação do Ói Nóis Aqui Traveiz como Espaço de Resistência” da Doutora Beatriz Britto; Show dos Amigos da Tribo com Zé da Terreira, Mário Falcão, Johann Alex de Souza, Giba Giba, Serrote Preto e Udi e a Geral;
Recebe da Prefeitura de Porto Alegre o Prêmio Joaquim José Felizardo pelos trinta anos de Atuação.
Participa do Ciclo de Palestras Pensamento Giratório – O Teatro de Rua, com Tânia Farias e André Carreira no III Festival Palco Giratório.
Campanha de construção da nova Sede com lançamento de uma coleção comemorativa de pôsteres que através de fotos e textos, fará uma viagem iconográfica, perpassando pelas vertentes de pesquisa, os principais projetos e espetáculos, as críticas mais marcantes, entre outros momentos inesquecíveis da história da Tribo. 
Recebe Homenagem do 15º Porto Alegre Em Cena pelos 30 Anos de Utopia, Paixão e Resistência.
A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo apresenta “Viúvas: um Exercício Cênico sobre a Ausência”, livre adaptação da obra ‘Viudas’ de Ariel Dorfman, conclusão da quinta turma da Escola que iniciou a Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz: Jogos de Aprendizagem edição 2008.
Estréia do espetáculo de Teatro de Rua ´O Amargo Santo da Purificação´, uma visão alegórica e barroca da vida, paixão e morte do revolucionário Carlos Marighella. Encena o espetáculo nas ruas, parques e bairros populares de Porto Alegre.
Participa do III Festival Nacional de Teatro de Campo Limpo (São Paulo) com o espetáculo ´O Amargo Santo da Purificação´ onde recebe homenagem pela sua trajetória de 30 anos. 
Realiza última temporada do espetáculo de Teatro de Vivência A Missão Lembrança de Uma Revolução na Terreira da Tribo e ciclo de debates Diálogos Sobre o Teatro Contemporâneo, com a presença de Edélcio Mostaço, Roberto Morauer, José Fernando Azevedo e Alexandre Krug. 
Lançamento do 5º número da Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Realiza a Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz – Jogos de Aprendizagem nos bairros Restinga, Bom Jesus (Vila Pinto), Humaitá. 
No Território Cultutal Terreira da Tribo realiza a Mostra Jogos de Aprendizagem que encerra as atividades do ano, com trabalho das oficinas populares de teatro. Participaram Sérgio Carvalho (Cia do Latão SP), Zé Fernando Azevedo (Teatro de Narradores SP), Clóvis Massa (Doutor em Teatro pela USP), Caco Coelho (Diretor e Pesquisador Teatral e diretor da Usina do Gasômetro), Camilo de Lélis (Coordenador do Projeto de Descentralização da PMPA) e Maria Amélia (Pesquisadora de Teatro da UFRGS) como debatedores.

2009
Realiza o Encontro Ilhas de Desordem – 80 Anos de Heiner Müller no Território Cultural com apresentações de performances, vídeos e palestras.
Abre novas inscrições para a Oficina para Formação de Atores da Escola de Teatro Popular e as oficinas populares de teatro do projeto Teatro Como Instrumento de Discussão Social em oito bairros de Porto Alegre e Região Metropolitana.
Realiza pela Caixa Cultural circuito de apresentações do espetáculo de Teatro de Rua O Amargo Santo da Purificação nas capitais Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Salvador e São Paulo, além de workshops e palestras.
Realiza pelo SESC circuito de apresentações do espetáculo de Teatro de Rua O Amargo Santo da Purificação em quinze cidades do interior do Rio Grande do Sul.
Abre o Curso de Especialização em História e Teoria do Teatro – Tragédia na Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo.
Realiza a Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz – Jogos de Aprendizagem nos bairros Restinga, Bom Jesus (Vila Pinto), Humaitá, Parque dos Maias, Belém Velho, Partenon, São Geraldo e no Território Cultural na Cidade Baixa.
A Terreira da Tribo completa 25 anos e recebe um grande público para assistir o trabalho realizado no bairros. Lançamento do 6º número da Cavalo Louco – Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Realiza mais uma etapa do projeto Caminho para um Teatro Popular percorrendo diversos bairros de Porto Alegre com o espetáculo de Teatro de Rua O Amargo Santo da Purificação.
No Território Cultutal Terreira da Tribo realiza a Mostra e Seminário Jogos de Aprendizagem que encerra as atividades do ano, com trabalho das oficinas populares de teatro. Participaram Ingrid Koudela (USP-SP), Antônio Januzelli (Professor da ECA-USP), Lindolfo Amaral (Pesquisador Teatral e Diretor do Grupo Imbuaça SE), Clóvis Massa (Doutor em Teatro pela USP), Caco Coelho (Diretor e Pesquisador Teatral e diretor da Usina do Gasômetro), Nilton Silva (Pesquisador Teatral e Jornalista), Trupe Arte e Manha de SP e Adriane Mottola (Pesquisadora de Teatro e Diretora da Cia Stravaganza) como debatedores. Lança o 7º número da Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e a segunda edição do livro Uma Tribo Nômade, de Beatriz Britto.

2010
O espetáculo “O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella” foi encenado, nos meses de março e abril, em doze cidades das regiões sul e sudeste: Florianópolis, Blumenau, Joinville, Curitiba, Londrina, Ponta Grossa, São Paulo, Campinas, São José do Rio Preto, Uberlândia, Belo Horizonte e Ipatinga, dentro do Programa BR de Cultura 2009/2010.
Realiza o Circuito Teatro de Rua no Campo e na Cidade percorrendo diferentes assentamentos na Zona Rural.
O Amargo Santo da Purificação recebe o Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Figurino, Atriz (Tânia Farias) e Trilha Sonora (Johann Alex de Souza).
Participa do projeto Palco Giratório percorrendo mais de 25 cidades em vários estados do Brasil apresentando o espetáculo O Amargo Santo da Purificação, realizando o workshop “Uma vivência com a Tribo” e participando em ciclos de debates “Pensamento Giratório”.
Realiza o 1º Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem, de 5 a 11 de julho, ocupando, além da Terreira da Tribo, diversos espaços da cidade. Contou com apresentações de “Adios Ayacucho” e “Rosa Cuchillo” do grupo peruano Yuyachkani, “Shi-Zen, 7 Cuias” do  Lume de Campinas , “Agora e na Hora de nossa Hora”, “Eldorado” e “Uma Estória Abensonhada”, criações do pesquisador teatral Eduardo Okamoto, “Memorial de Silêncios e Margaridas” do Coletivo Teatro da Margem e atuação de Narciso Telles de Uberlândia, “A Decisão” do grupo Trilho do bairro Humaitá e “Inflexíveis Ligações” do grupo Bacantes do bairro Parque dos Maias. Ainda foram mostrados os processos de criação das Oficinas da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e as montagens experimentais “Nelson Mítico” e “Para dentro do Labirinto” do Grupo Experimental de Teatro da Secretaria Municipal da Cultura, com orientação de Mauricio Guzinski. Também foram realizadas as demonstrações de trabalho “A Rebelião dos Objetos” com a atriz Ana Correa, do Yuyachkani e “Processos de Criação” com o ator Eduardo Okamoto e o Painel “Teatro Como Jogo de Aprendizagem” reunindo diretores, atores e pesquisadores participantes do Festival, além do crítico uruguaio Jorge Arias. Lança do 8º número da Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Realiza o Seminário Teatro, Performance e Política, com a participação de Ileana Diéguez (México), Miguel Rubio Zapata do Grupo Yuyachkani (Peru), Silvana Garcia e Valmir Santos (SP). O Seminário e o lançamento da Cavalo Louco nº 9 – Edição Especial, marcam as comemorações dos 10 anos da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo.

2011
Realiza temporada de Viúvas Performance Sobre a Ausência – Trabalho em Andamento na Ilha das Pedras Brancas, também conhecida como Ilha do Presídio, que fica no Guaíba, entre os municípios de Porto Alegre e Guaíba.
Realiza o Seminário Música da Cena, que faz parte do Conexão Música da Cena, projeto de intercâmbio entre o Ói Nóis Aqui Traveiz e o grupo Clowns de Shakespeare de Natal / RN.
Realiza o II Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem, com a participação dos grupos Malayerba (Equador), Cia do Latão (São Paulo) e Cia de Teatro Estupor (Bahia) e mostra de processos das principais escolas de teatro de Porto Alegre (Escola de Teatro Popular Terreira da Tribo, DAD – UFRGS, CPTA – Centro de Pesquisa Teatral do Ator, TEPA – Teatro Escola Porto Alegre, Depósito de Teatro).
Realiza em Natal a segunda Etapa do Projeto Conexão Música da Cena de intercâmbio entre o Ói Nóis Aqui Traveiz e o grupo Clowns de Shakespeare de Natal / RN.
Lançamento da Cavalo Louco nº10 – Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.
Apresenta processo resultante do intercâmbio do Ói Nóis Aqui Traveiz e o grupo Clowns de Shakespeare em São Paulo no Espaço do Itaú Cultural.
Realiza a Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz - Jogos de Aprendizagem na Terreira da Tribo com apresentação do Exercício Cênico: A Comédia do Trabalho, roteiro da Companhia do Latão com a Oficina Popular de Teatro do Bairro Bom Jesus e o Exercício Cênico: O Mercado do Gozo de Sérgio de Carvalho com a Oficina Popular de Teatro do Bairro Humaitá.
Realiza Segunda Temporada Viúvas Performance Sobre a Ausência – Trabalho em Andamento na Ilha das Pedras Brancas, também conhecida como Ilha do Presídio, que fica no Lago Guaíba, entre os municípios de Porto Alegre e Guaíba dentro da Programação do 18º Porto Alegre em Cena.
No Santander Cultural realiza o Lançamento do DVD O Amargo Santo da Purificação. Registro da encenação coletiva para teatro de rua sobre a vida do revolucionário Carlos Marighella com com fotografia, edição e finalização de Pedro Isaías Lucas.
Realiza a Oficina “Vivência com o Ói Nóis Aqui Traveiz” durante o Festejo - III Festival de Teatro de Joaçaba.
O espetáculo “O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella” foi encenado, durante os meses de maio a dezembro, em diversos bairros de Porto Alegre e em cidades do interior do Rio Grande do Sul através do projeto Caminho para um Teatro Popular.

2012
Realiza o Seminário Interstícios Cênicos – Cruzamentos entre Teatralidades e Performatividades na Cena Contemporânea Latino-Americana. O encontro conta com performances e espetáculos, diálogos e reflexões sobre processos criativos e acontece na Terreira da Tribo e no centro de Porto Alegre. Participam Miguel Rubio e Teresa Ralli (Grupo Yuyachkani – Peru), Ileana Diéguez (México), Narciso Telles e Mara Leal (Coletivo Teatro da Margem – Uberlândia), Terpsí Teatro de Dança,  Teatro Sarcáustico, Jair Krieshke, Enrique Padrós, Fábio Prikladnicki, Clóvis Massa, Silvia Balestreri, Inês Marocco, Juliana Kersting e Pedro Isaias Lucas.
Lança o DVD “Viúvas – Performance Sobre a Ausência”. Registro da encenação coletiva realizada na Ilha do Presídio (Rio Guaíba), com fotografia, edição e finalização de Pedro Isaias Lucas.
Lança o livro “Ói Nóis Aqui Traveiz: A História através da Crítica” de Rosyane Trotta, que possui uma análise crítica da trajetória de 34 anos da Tribo e uma seleção de críticas dos espetáculos que fazem parte da história do grupo. E também o livro “Sábado – Crônicas da Cena”, uma seleção e reunião de crônicas de Caco Coelho sobre a história da cena gaúcha e a sua relação com o desenvolvimento social e político do nosso país publicadas semanalmente no jornal Correio do Povo.
Em agosto realiza o III Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem na Terreira da Tribo e nos bairros Humaitá, Bom Jesus, Sarandi e Belém Velho. Conta com a participação dos grupos Periplo Companhía Teatral (Argentina), Pombas Urbanas (São Paulo), Grupo Noscego (Carazinho), Associação Cultural Faces (Charqueadas) e mostra de processos das oficinas ministradas pela Tribo.
Em setembro e outubro realiza a Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz – Jogos de Aprendizagem com apresentações dos Exercícios Cênicos: O Mercado do Gozo de Sérgio de Carvalho com a Oficina Popular de Teatro do Bairro Humaitá; Quanto Custa o Ferro?, de Bertolt Brecht com a Oficina Popular de Teatro do Bairro São Geraldo e a Oficina Para Formação de Atores da Escola de Teatro Popular; Yerma com a Oficina Popular de Teatro do Bairro Bom Jesus e O Mal-entendido com a Oficina Popular de Teatro do Bairro Belém Velho.

2013
Em março a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz completa 35 anos de trajetória. Comemorando esta data o grupo estreia a sua mais nova Criação Coletiva para Teatro de Vivência Medeia Vozes, lança o livro Ói Nóis Aqui Traveiz – Poéticas de Ousadia e Ruptura e o documentário para televisão Raízes do Teatro.
Em abril, no III Seminário Interfaces Internacional – “Desmontagem como procedimento artístico-pedagógico” em Uberlândia, a atuadora Tânia Farias apresenta pela primeira vez a Desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da experiência”.
Em abril é realizada a Mostra Jogos de Aprendizagem na Terreira da Tribo, com os exercícios cênicos Fragmentos Beckett e Minha cabeça era uma marreta da Oficina Para Formação de Atores.
Em maio o espetáculo de Teatro de Rua O Amargo Santo da Purificação participa do projeto Ano do Brasil em Portugal com apresentações em Porto e Coimbra.
Em setembro, estreia o espetáculo de Teatro de Vivência Medeia Vozes na Terreira da Tribo e realiza temporada dentro da programação do 20º Festival Internacional Porto Alegre Em Cena. Em outubro realiza temporada de Medeia Vozes em São Paulo no Teatro Vento Forte e em novembro realiza temporada em Arcoverde/PE na Estação da Cultura.
Em novembro, a atuadora Tânia Farias apresenta a Desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da experiência” em Recife/PE.
Em dezembro, Medeia Vozes ganha o Prêmio Açorianos em 8 categorias (melhor espetáculo, atriz para Tânia Farias, cenografia, iluminação, trilha para Johann Alex de Souza,  dramaturgia, produção e direção), além do troféu do Júri Popular.

2014
Em 31 de janeiro, a Tribo lança o livro Ói Nóis Aqui Traveiz – Poéticas de Ousadia e Ruptura e o documentário para televisão Raízes do Teatro (de Pedro Isaias Lucas).
Em março a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz completa 36 anos de trajetória, com diversas atividades. Relembrando também os 50 anos do golpe militar, para que nunca se esqueça, para que não se repita, o grupo realiza a performance “Onde? Ação nº2” em diversos locais da cidade.
Em maio o espetáculo Medeia Vozes é apresentado na programação do Festival Palco Giratório de Porto Alegre. Entre maio e junho, o espetáculo fica em cartaz dentro da programação Alemanha+Brasil. Ainda em maio, Ói Nóis participa do encontro dos Pontos de Cultura: Teia Nacional da Diversidade em Natal/RN, com a performance “Onde? Ação nº2”.
Em junho a Tribo de Atudores Ói Nóis Aqui Traveiz e o grupo Contadores de Mentira de Suzano/São Paulo realizaram uma série de atividades de intercâmbio entre os grupos na Terreira da Tribo.
Em julho, a Escola de Teatro popular da Terreira da Tribo inicia a oitava turma da Oficina Para Formação de Atores, que será desenvolvida até dezembro de 2015. Também em julho, lança a edição número 14 da Cavalo Louco – Revista de Teatro. No lançamento são apresentados dois trabalhos pedagógicos em processo de criação no grupo.
Do segundo semestre de 2014 até o primeiro semestre de 2015, o grupo realiza parceria com a Escola Municipal Max Adolfo Oderich (Canoas) e Escola Estadual Tolentino Maia (Viamão), pelo projeto Mais Cultura nas Escolas. O projeto prevê uma residência artístico/pedagógica da Tribo nessas escolas, com oficinas, apresentações e mostra de processos.
A partir de agosto, a Tribo realiza o Projeto Teatro e Memória – 50 anos do Golpe Militar nas cidades de Canoas, Ijuí, Santa Cruz do Sul, asso Fundo, Lajeado, Esteio, Novo Hamburgo, Vacaria e Alegrete. Em cada cidade, são realizadas as seguintes atividades: workshop “Vivência com o Ói Nóis Aqui Traveiz”, palestra “A Censura no Teatro Brasileiro Durante a Ditadura Militar”, desmontagem “Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência” com Tânia Farias, performance “Onde? Ação Nº 2”, filme “Viúvas - Performance Sobre a Ausência” e espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”.
Durante o mês de setembro o Ói Nóis Aqui Traveiz participou do 9° Circuito Nacional de Teatro na Argentina, através de uma parceira firmada entre o Instituto Nacional de Teatro e o Festival Internacional de Teatro Porto Alegre em Cena. O grupo apresentou a performance “Onde? Ação Nº 2” nas cidades de Posadas, Resistencia, Corrientes, Paraná, Rosario, Santa Rosa de la Pampa, Neuquén, Cipolletti, San Luis, Mendoza, San Juán e Córdoba.
Em dezembro, realiza o projeto Mostra Conexões Para Uma Arte Pública no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo. O projeto promoveu o encontro e intercâmbio entre os grupos teatrais Tá na Rua, Pombas Urbanas e Grupo do Beco, com o objetivo de refletir sobre o conceito de arte pública. Em cada cidade, o grupo anfitrião apresentou seu trabalho e a Tribo realizou duas apresentações do espetáculo de teatro de rua “O amargo santo da purificação” (no centro e em um bairro popular), a performance “Onde? Ação nº 2”, a desmontagem de Tânia Farias “Evocando os mortos – Poéticas da experiência”, o workshop “Vivência com o Ói Nóis Aqui Traveiz”, a exibição do filme “Viúvas – performance sobre a ausência” e uma mostra das oficinas do Ói Nóis Aqui Traveiz, com os exercícios cênicos “Minha cabeça era uma marreta” e “Yerma”.  Foi realizado ainda o seminário “Conexões para uma arte pública”, com a presença de Amir Haddad (Tá na Rua), Paulo Flores (Ói Nóis Aqui Traveiz), Paulo Carvalho (Pombas Urbanas), Nil César (Grupo do Beco), Geo Britto (Centro do Teatro do Oprimido), Rosyane Trotta (UNIRIO), Marcelo Palmares (Pombas Urbanas), Chico Pelúcio (Grupo Galpão), Marcelo Bones (Platô), Cleiton Pereira (Contadores de Mentira) e Valmir Santos (pesquisador e crítico).
Em 31 de dezembro, a Tribo participou do ato de tombamento da Ilha do Presídio como patrimônio histórico do estado do Rio Grande do Sul. O grupo foi responsável por  reavivar a discussão sobre este espaço de memória, apresentando lá o espetáculo “Viúvas – Performance sobre a ausência”, que trata sobre os desaparecidos políticos na América Latina.

2015
Em março, o Ói Nóis Aqui Traveiz participa hoje de uma homenagem a Augusto Boal no CCBB Rio de Janeiro, organizada pelo Instituto Augusto Boal e a Cia. Do Latão. Os atuadores Paulo Flores, Marta Haas e Paula Carvalho realizaram uma leitura dramática do texto "Simón Bolivar" (Arena Conta Bolívar), escrito por Boal em 1969.
Também em março, a atuadora Tânia Farias orientou a residência artística do Ói Nóis Aqui Traveiz dentro do projeto “Experimenta a cena 2015”, com o Núcleo de Teatro do SESC Petrolina. Compartilhando o processo desta etapa da residência, foi apresentada a performance "Procura-se um Corpo - Ação Nº 3".
No dia 31 de março a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz completa 37 anos de trajetória, e realiza uma semana de programação com diversas atividades gratuitas, além do lançamento da Cavalo Louco nº 15 – Revista de Teatro.
De abril a junho e em setembro realiza nova temporada do espetáculo de teatro de vivência “Medeia Vozes”.
De 18 a 28 de junho realiza o IV Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem em diversos bairros da região metropolitana de Porto Alegre. Conta com a participação dos grupos latino-americanos Laboratorio de Teatro El Rayo Misterioso, El Baldío Teatro, ambos da Argentina, e do Teatro Taller de Colômbia. Ainda participam do Festival os grupos Pandora de São Paulo, A Gangorra de Caxias do Sul, e o espetáculo “5 minutos” com direção de Marília Carbonari de Florianópolis.
Em junho e em setembro a Tribo apresenta a “Ação nº 4 – Vivos os levaram, vivos os queremos” que denuncia o desaparecimento de 43 estudantes mexicanos de Ayotzinapa.
Apresenta a Performance “Onde? Ação nº2” em junho no seminário sobre o processo de construção da Política Nacional das Artes – Funarte RJ e na Escola Tolentino Maia (Ação Mais Cultura nas Escolas) e em outubro na Mostra Internacional de Maringá – MIM.
Em agosto realiza nova edição da Mostra Jogos de Aprendizagem com os exercícios cênicos “A Importância de Estar de Acordo” da Oficina para Formação de Atores da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e “Os Sinos da Candelária” da Oficina Popular de Teatro de Canoas.
Tânia Farias apresenta a desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Existência” no Laboratório de Criação Heiner Muller! (abril), na Mostra Internacional de Maringá – MIM, Festival de Dança de Londrina e no 3º Festival "O Mundo Inteiro é um Palco" na cidade de Natal/RN (outubro).
Realiza nos dias 3 e 4 de novembro o Seminário “Cavalo Louco – 10 anos” com a presença de Vivian Martínez Tavares (Revista Conjunto - Cuba), Rosyane Trotta (UNIRIO) e Narciso Telles (UFU). No seminário também é lançada a Cavalo Louco nº 16, edição que comemora os dez anos da revista.
Realiza a Mostra “Teatro, Escola e Comunidade”, encerramento do Projeto Mais Cultura nas Escolas realizado nas Escolas: Max Adolfo Oderich (Canoas) e Tolentino Maia (Viamão). São apresentados os exercícios cênicos “Os Sinos da Candelária” com a oficina Popular de Teatro de Canoas, “Terror e Miséria do Terceiro Reich” com a Oficina Popular de Teatro do bairro São Geraldo, Central do Brasil”, com a Oficina da E. M. E. F. Max Adolf Oderich (Canoas) e “Parcelados” com a Oficina da E. E. E. M Tolentino Maia (Viamão).

2016
Em janeiro, na Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz: Jogos de Aprendizagem, é realizada temporada do “Exercício Cênico: Outra Tempestade”, exercício final da Oficina Para Formação de Atores 2014/2015 da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo.
A atuadora Tânia Farias apresenta a desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Existência” no V Simpósio Internacional - Reflexões Cênicas Contemporâneas realizado pelo grupo LUME de Campinas (fevereiro), no Mayo Teatral, principal festival de teatro de Cuba, realizado pela Casa de las Américas (maio), no Experimenta 16 Teatro –Encuentro Internacional de Teatro em Rosário/Argentina, realizado pelo Teatro El Rayo Misterioso (agosto) e 1º Mostra de Teatro e Direitos Humanos (MOTEH) de Belo Horizonte realizada pelo Grupo Zap Dezoito (agosto).
Em março realiza a semana de comemoração de aniversário 38 Anos Contra o Esquecimento!, com  a Desmontagem “Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência” de Tânia Farias, lançamento do livro “Ói Nóis Aqui Traveiz - Um Cavalo Louco no Sul do Brasil” de Paulo Flores, Performance “Onde? Ação nº2”, “Hamlet Envenenado” com o Grupo Rito, lançamento do livro “Primeiras notas de Alvorada e as canções de sala de aula do prof. Johann Alex de Souza”, Show com Johann Alex de Souza e Leonor Mello, exibição do filme “A Missão - Lembrança de uma Revolução” no Cine Bancários.
De abril a setembro realiza nova edição da Oficina de Teatro de Rua – Arte e Política.
Realiza nova edição da Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz – Jogos de Aprendizagem com "Hamlet Envenenado ou o Gosto do Azedo" do Grupo Rito na Terreira da Tribo (abril) e “Os Sinos da Candelária” com Oficina Popular da Cidade de Canoas na sala Álvaro Moreira (maio).
O espetáculo “Medeia Vozes” volta em cartaz na Terreira da Tribo nos meses de junho e julho.
Em agosto realiza o Projeto Teatro e Memória nos Espaços Públicos, com apresentações do espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação” e da performance “Onde? Ação Nº 2” em Belo Horizonte e São Paulo.
O espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”, a performance “Onde? Ação Nº 2” e a desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Existência” participam da 1º Mostra de Teatro e Direitos Humanos (MOTEH) de Belo Horizonte.
Em setembro participa do Mirada (Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos) com o espetáculo “Viúvas – Performance Sobre a Ausência”, realizado no Forte de Santo Amaro da Barra Grande (Guarujá).
Em outubro realiza temporada do espetáculo de teatro de vivência “Medeia Vozes” em Crato/CE, além de Oficina de Vivência com o Ói Nóis, desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Existência”, exibição do documentário “Raízes do Teatro” e bate-papo com grupos locais.
Em novembro recebe na Terreira da Tribo o Grupo Obragem, com seu espetáculo “Essencial”.
Nos dias 14 e 15 de dezembro realiza nova edição da Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz Jogos de Aprendizagem, com apresentação do Exercício Cênico “A Mais Valia Vai Acabar Seu Edgar” da Oficina de Teatro de Rua Arte e Política, do Exercício Cênico “O Canto da Sereia” da Oficina Popular de Teatro do bairro São Geraldo e do espetáculo “O Anjo do desespero” com direção e atuação de Gilmar Fagundes.

2017
Em março realiza pré-estreia de “Caliban – A Tempestade de Augusto Boal” em Porto Alegre, espetáculo de teatro de rua que foi contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2015 e faz parte do Projeto Caliban – Apontamentos sobre O Teatro de Nuestra América, selecionado pelo Rumos Itaú Cultural.
Em 29 de março acontece a estreia nacional, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, durante o lançamento do 20º Palco Giratório Sesc, que nesta edição comemorativa tem a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz como grupo homenageado.


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Um comentário:

  1. eu amei o espetáculo em 1997,na época era uma aluna de uma escola EEB Luiz de Camões , Cachoeirinha . hoje sou professora em santa catarina.

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