Ói Nóis na Memória


O Selo Ói Nóis na Memória é uma coleção de livros, revistas e dvs's que registram a trajetória estética e política da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Taveiz.

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Material do Selo Ói Nóis na Memória disponível na Livraria Cultura!
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A Cavalo Louco - Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz é um veículo de reflexão sobre a prática teatral. Única no gênero, com periodicidade regular no sul do país, a revista tem distribuição nacional e gratuita. Os interessados em receber a Cavalo Louco podem solicitar o seu exemplar através do e-mail: oinoisnamemoria@gmail.com























Livro "Atuadores de Paixão" de Sandra Alencar relata a trajetória da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz de 1978 até 1997.



O livro “Aos que virão depois de nós KASSANDRA IN PROCESS – O desassombro da Utopia” conta com o registro do processo de criação, o roteiro final do espetáculo, uma série de críticas sobre a encenação, artigos que lançam alguns olhares atentos sobre o trabalho da Tribo, além de inúmeras fotos. A partir de sua experiência como jornalista de teatro, Valmir Santos deu forma a este registro, que constitui um importante capítulo da história do teatro brasileiro.




Livro Utopia em Ação de Rafael Vecchio



O livro "UMA TRIBO NÔMADE - A Ação do Ói Nóis Aqui Traveiz como Espaço de Resistência" analisa a relação entre os discursos da mídia e a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Valendo-se da obra de Deleuze e Guattari, Beatriz Britto analisa como se processa a reação da mídia jornalística, considerada como 'potência de controle', em relação à linguagem e à atuação do Ói Nóis, partindo do princípio de que a ação do grupo pode ser vista como uma estratégia de resistência à homogeneização do pensamento, porque rompe com os significados pré-fixados. Sob o título "Arte e Mídia - A Ação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz como Espaço de Resistência e suas recepções na Mídia", a autora apresentou este estudo como tese de doutorado em Comunicação e Semiótica - Signo e Significações nas Mídias na Universidade Pontifícia Católica de São Paulo, recebendo conceito máximo de aprovação. A publicação deste estudo se insere na ação 'Ói Nóis na Memória' que vem registrando a trajetória da Tribo. 



O livro “ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ – A HISTÓRIA ATRAVÉS DA CRÍTICA” é uma seleção de críticas, organizada por Rosyane Trotta, que contam a trajetória de 34 anos do grupo teatral gaúcho Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Rosyane Trotta, professora e pesquisadora teatral, abre o livro com um texto que analisa criticamente a história do grupo a partir da sua sede de trabalho – a Terreira da Tribo, lugar de criação, produção e encenação dos seus principais espetáculos. Em 1978, sintonizados com o teatro político que então acontecia em todo o mundo, jovens artistas do sul do Brasil levantaram a bandeira de um teatro convicto do seu poder de transformação social.
Surgiu assim, em Porto Alegre, o Ói Nóis Aqui Traveiz, com um projeto estético e ideológico libertário baseado na tríade "paixão-utopia-anarquia". O leitor acompanha essa trajetória através das criticas publicadas em jornais e revistas nesse período.



O Livro “Sábado Crônicas da Cena” de Caco Coelho é a seleção e reunião de crônicas publicadas semanalmente, no mais tradicional jornal diário da capital gaúcha, o Correio do Povo. Através destas crônicas conhecemos a história da cena gaúcha dos últimos anos, de 2008 a 2011, e a sua relação com o desenvolvimento social e político do nosso país. O autor é poeta, produtor e diretor teatral, e há mais de vinte anos faz arte. Caco Coelho fundou junto com Antônio
Abujamra a Cia. Teatral Fodidose Privilegiados no Rio de Janeiro na década de 1990.
Estudioso da obra de Nelson Rodrigues, Bertolt Brecht e Shakespeare, atualmente é diretor da Usina do Gasômetro, principal centro cultural da cidade de Porto Alegre.




O selo “Ói Nóis na Memória” lança a sua mais nova publicação “Ói Nóis Aqui Traveiz Poéticas de Ousadia e Ruptura”. O livro organizado por Paulo Flores e Tânia Farias registra a trajetória da Tribo a partir de uma pesquisa histórica com críticas, materiais jornalísticos e um rico acervo de imagens fotográficas.
Este livro constitui um documento vivo que se inscreve no processo de preservação cultural, já que objetiva difundir e socializar o acervo da proposta estética e política desenvolvida pelo Ói Nóis Aqui Traveiz, que desde sua fundação é símbolo de ousadia e ruptura.
A publicação traz aos leitores registros memoráveis de espetáculos como: Fim de Partida, Ostal, Hamlet Máquina, A Missão - Lembrança de Uma Revolução dentre outros, assim como os espetáculos que tomaram as ruas da cidade, desde “A História do Homem que Lutou sem Conhecer o seu Grande Inimigo” até o atual “O Amargo Santo da Purificação”.
O Selo Ói Nóis na Memória é uma coleção de livros, dvd’s e revistas que registram a trajetória estética e política da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Taveiz e do Teatro Gaúcho.





O dvd “Aos que virão depois de nós KASSANDRA IN PROCESS” é um registro audiovisual de um dos mais consagrados espetáculos de vivência da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. A encenação revê a Guerra de Tróia numa perspectiva que aponta para o feminino. A ‘guerra-mãe’ do Ocidente, modelo para todas as outras guerras e para o ideal heróico masculino baseado no desejo de poder e destruição da alteridade, é vista pelos historiadores como a passagem do mundo matriarcal para o patriarcal. O deus-pai Apolo em oposição à deusa-mãe Cibele. A novela ‘Cassandra’ de Christa Wolf foi a principal fonte de inspiração para a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz na criação coletiva do espetáculo. Boa parte da obra da autora é caracterizada pelo recorte feminista, não o panfleto pelo panfleto, tampouco o repisado olhar sobre a alma feminina, mas a subjugação histórica das mulheres nas falocracias do globo.



O dvd “O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO” é o registro audiovisual do espetáculo de rua da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz sobre a trajetória do revolucionário brasileiro Carlos Marighella. A encenação coletiva para Teatro de Rua conta a história de um herói popular que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões. Viveu, lutou e morreu por esse sonho. Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança. Através de uma estética “glauberiana”, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas das cidades do nosso país uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro. Nesses três anos de trajetória, a peça que narra a Vida, Paixão e Morte do revolucionário Carlos Marighella, percorreu 14 estados brasileiros ; apresentou-se em mais de 60 cidades; participou de Festivais e Mostras em todo país, coloriu com as suas alegorias praças, parques, vilas e bairros de Porto Alegre, levando o espetáculo também à zona rural, passando por diversos assentamentos do Rio Grande do Sul, totalizando um público de mais de 70.000 pessoas. A encenação recebeu os principais prêmios do teatro gaúcho – Açorianos de Melhor Espetáculo, Melhor Produção, Melhor Figurino, Melhor Atriz (Tânia Farias) e Melhor Trilha (Johann Alex de Souza). Além das imagens filmadas em diversas paisagens do país que compõem o DVD do espetáculo, o público pode assistir no DVD de extras os depoimentos de Clara Charf (viúva), Carlinhos Marighella (filho), artistas, críticos, ativistas políticos e público em geral.



O dvd Viúvas, Performance sobre a Ausência faz parte da pesquisa teatral que a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz vem realizando sobre o imaginário latino-americano e sua história recente. Partindo do texto Viúvas de Ariel Dorfman e Tony Kushner, a Tribo dá continuidade à sua investigação da cena ritual, dentro da vertente do Teatro de Vivência. Viúvas mostra mulheres que lutam pelo direito de saber onde estão os homens que desapareceram ou foram mortos pela ditadura civil militar que se instalou em seu país. É uma alegoria sobre o que aconteceu nas últimas décadas na América Latina, e a necessidade de manter viva a memória deste tempo de horror, para que não volte mais a acontecer. O Teatro de Vivência do Ói Nóis Aqui Traveiz procura uma forma de relação aberta e sincera com o público, em que atores e espectadores partilhem de uma experiência comum, que tenha intensidade de um acontecimento, capaz de produzir novas formas de percepção.


O documentário “Raízes do Teatro” com direção de Pedro Isaias Lucas, apresenta um dos principais eixos do trabalho de criação da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. O título do documentário é o nome do projeto criado pelo Ói Nóis Aqui Traveiz em 1987 para sistematizar o estudo das origens ritualísticas do teatro. A principal característica dessa metodologia é o tratamento especial dado aos mitos. Fazem parte do projeto Raízes do Teatro os espetáculos Antígona, Ritos de Paixão e Morte (1990), Missa para Atores e Público sobre a Paixão e o Nascimento do Dr. Fausto de Acordo com o Espírito de Nosso Tempo (1994), Aos Que Virão Depois de Nós – Kassandra in Process (2002) e Medeia Vozes (2013).







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