TEM MÚSICA NA TABA!Shows musicais voltam com tudo dias 23 e 24 de setembro na Terreira da Tribo!

ENTRADA FRANCA

Nos dias 23 e 24 de setembro a música ocupa a Terreira da Tribo com bandas e músicos da nossa cidade, sempre às 20h e com Entrada Franca (rua Santos Dumont, 1186). "Tem Música na Taba!" faz parte da programação cultural da campanha “Terreira da Tribo – Eu Apoio!”. A Terreira da Tribo que sempre ocupou prédios privados pagando onerosos alugueis se encontra num momento dramático para conseguir viabilizar a sua existência. 


Na segunda-feira dia 23 a música de antigamente tem o ânimo renovado com a proposta do grupo "Volto Pra Te Ver". A banda surge no cenário porto alegrense cantando clássicos do Samba e da MPB, num encontro musical que traz ao público uma sonoridade apurada somada à alegria de jovens amantes da música popular brasileira. O grupo é formado por Mauro Moura (Voz e Cavaco), Alexandre dos Santos (Violão), José Neto (Sopros), Maicon Ouriques e Igor Peres (Percussão). 

Já na terça-feira dia 24 chega ao palco da Terreira da Tribo o músic…

A Oficina de Teatro Livre está de volta! Aberta e gratuita

A partir deste sábado o Ói Nóis Aqui Traveiz retoma as Oficinas de Teatro Livre na Terreira da Tribo.
A Oficina de tem a proposta de iniciação teatral a partir de jogos dramáticos, expressão corporal e improvisações. Visa estimular o interesse pelo teatro e a busca da descolonização corporal do artista/cidadão.
A oficina é aberta e gratuita a todos os interessados a partir dos 15 anos.

Local: Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186)
Dia: Todos os sábados
Horário: das 14h às 17h
Oficineira: Marta Haas

Informações: 3286 57 20 ou 989 31319

Foto: Cláudio Etges

A partir da experiência desenvolvida há mais de vinte e cinco anos com Oficinas Populares de Teatro, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, acredita na importância da função social do artista, e pretende que essa formação favoreça a emergência do artista competente não apenas no desempenho de seu ofício, mas também preocupado com o seu desempenho como cidadão.

...Então, que estes jovens que escolheram o teatro provem a cada dia a necessidade de sua escolha, também através desse programa inconseqüente. Que se deparem com um ofício que impõe exigências tão inumanas que somente alguns resistem: aqueles animados por uma necessidade irredutível; aqueles que não se contentam com soluções superficiais; as bestas de trabalho que aniquilam a inércia que se satisfaz com resultados superficiais. São aqueles que com seu próprio eu, com seu corpo e sua alma, chegam ao julgamento final sobre eles mesmos como representantes de uma sociedade que continua anunciando: ‘amarás a teu próximo’. E que cheguem a isso sem caos, sem exageros, sem transbordamentos emocionais, porém com lucidez e sangue-frio. Não se trata de ser missionário ou artista original, trata-se de ser realista. Nosso ofício é a possibilidade de mudar a nós mesmos e desse modo mudar a sociedade. Não é preciso perguntar-se: o que significa o teatro para o povo? Esta é uma pergunta demagógica e estéril. É preciso perguntar-se: o que significa o teatro para mim? A resposta, transformada em ação, sem compromissos nem precauções, será a revolução no teatro.”


(Eugenio Barba)