Artistas na Rua Fora Bolsonaro - Porque derrubá-lo é Urgente!

 Culuna de Tânia Farias em Brasil de Fato . Ato Fora Bolsonaro em Porto Alegre: "Há muitas ações sendo gestadas, não sairemos das ruas enquanto não derrubarmos o genocida do poder" - Foto: Mari Martinez A clareza de que Bolsonaro hoje é mais letal que o vírus fez com que perdessem o medo "É preciso estancar essa sangria!!! Um homem sem juízo e sem noção não pode governar essa nação!" Essas são algumas das frases da canção de Zeca Baleiro, entoada pelo movimento Artistas pelo Impeachment, que reúne artistas de todo o país. O clipe “Desgoverno” tem claramente incomodado os ainda apoiadores do governo genocida e corrupto de Bolsonaro, Mourão e os militares. A população, atingida pelo descaso e pela fome, tem saído as ruas. A clareza de que Bolsonaro hoje é mais letal que o vírus fez com que perdessem o medo. Nesse caldo e ação estamos também nós, os artistas e trabalhadores da cultura

A Oficina de Teatro Livre está de volta! Aberta e gratuita

A partir deste sábado o Ói Nóis Aqui Traveiz retoma as Oficinas de Teatro Livre na Terreira da Tribo.
A Oficina de tem a proposta de iniciação teatral a partir de jogos dramáticos, expressão corporal e improvisações. Visa estimular o interesse pelo teatro e a busca da descolonização corporal do artista/cidadão.
A oficina é aberta e gratuita a todos os interessados a partir dos 15 anos.

Local: Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186)
Dia: Todos os sábados
Horário: das 14h às 17h
Oficineira: Marta Haas

Informações: 3286 57 20 ou 989 31319

Foto: Cláudio Etges

A partir da experiência desenvolvida há mais de vinte e cinco anos com Oficinas Populares de Teatro, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, acredita na importância da função social do artista, e pretende que essa formação favoreça a emergência do artista competente não apenas no desempenho de seu ofício, mas também preocupado com o seu desempenho como cidadão.

...Então, que estes jovens que escolheram o teatro provem a cada dia a necessidade de sua escolha, também através desse programa inconseqüente. Que se deparem com um ofício que impõe exigências tão inumanas que somente alguns resistem: aqueles animados por uma necessidade irredutível; aqueles que não se contentam com soluções superficiais; as bestas de trabalho que aniquilam a inércia que se satisfaz com resultados superficiais. São aqueles que com seu próprio eu, com seu corpo e sua alma, chegam ao julgamento final sobre eles mesmos como representantes de uma sociedade que continua anunciando: ‘amarás a teu próximo’. E que cheguem a isso sem caos, sem exageros, sem transbordamentos emocionais, porém com lucidez e sangue-frio. Não se trata de ser missionário ou artista original, trata-se de ser realista. Nosso ofício é a possibilidade de mudar a nós mesmos e desse modo mudar a sociedade. Não é preciso perguntar-se: o que significa o teatro para o povo? Esta é uma pergunta demagógica e estéril. É preciso perguntar-se: o que significa o teatro para mim? A resposta, transformada em ação, sem compromissos nem precauções, será a revolução no teatro.”


(Eugenio Barba)