Oficina de Teatro de Rua – Arte e Política Na Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo

A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo/Ponto de Cultura abre inscrições para Oficina de Teatro de Rua – Arte e Política, de 17 a 21 de fevereiro, das 15 às 18 horas, na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186), gratuita e aberta a todos interessados a partir dos 15 anos. Inscrição presencial mediante carta de intenção e currículo. A Oficina acontecerá de 2 de março a 31 de julho, diariamente de segundas a sextas-feiras, das 14 às 18:30 horas, com aulas práticas e teóricas, somando 550 horas/aula. Mais informações pelo telefone 3028 1358 e pelas redes sociais do Ói Nóis Aqui Traveiz.

      A Oficina de Teatro de Rua – Arte e Políticacom a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveizabordará os princípios básicos do teatro político e popular com a perspectiva de que a rua seja palco de um teatro que se assuma como um constante repensar da sociedade, motivando uma releitura da vida cotidiana. Investigará o movimento, o gesto e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do…

Performance Onde? Ação nº2 no "Dopinha"


No próximo dia 18 de dezembro o Comitê Carlos de Ré da Verdade e da Justiça do Rio Grande do Sul promoverá um ato público no "Dopinha" (rua Santo Antônio, nº 600).
Na década de 60 esta casa funcionou como um centro clandestino de tortura e desaparecimento de pessoas contrárias à ditadura cívico militar.

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz participa deste ato realizando a performance "Onde? Ação nº2" que trata deste nosso passado recente. A apresentação será às 16h30.

Esse ato objetiva chamar a atenção da população e pressionar os governos estadual, federal e municipal para a criação, ali, do Sítio de Memória Ico Lisboa, um memorial da luta de resistência e reparação dos crimes contra a humanidade.

Foto: Cláudio Etges

Performance “Onde? Ação nº2”

A performance “Onde? Ação nº2” de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis. 

Participam da performance: Tânia Farias, Marta Haas, Paula Carvalho, Sandra Steil, Leticia Virtuoso, Leila Carvalho, Mayura de Matos, Paola Mallmann, Keter Velho, Luana da Rocha, Paulo Flores, Clélio Cardoso, Eugênio Barbosa, Roberto Corbo, Jorge Gil e Geison Burgedurf.



O homem deve ser livre...
O amor é que não se detém ante
Nenhum obstáculo, e pode mesmo
existir até quando não se é livre.
E no entanto ele é em si mesmo
a expressão mais elevada do que
houver de mais livre em todas as
gamas do sentimento humano.

É preciso não ter medo,
É preciso ter a coragem de dizer.

Carlos Marighella