Artistas na Rua Fora Bolsonaro - Porque derrubá-lo é Urgente!

 Culuna de Tânia Farias em Brasil de Fato . Ato Fora Bolsonaro em Porto Alegre: "Há muitas ações sendo gestadas, não sairemos das ruas enquanto não derrubarmos o genocida do poder" - Foto: Mari Martinez A clareza de que Bolsonaro hoje é mais letal que o vírus fez com que perdessem o medo "É preciso estancar essa sangria!!! Um homem sem juízo e sem noção não pode governar essa nação!" Essas são algumas das frases da canção de Zeca Baleiro, entoada pelo movimento Artistas pelo Impeachment, que reúne artistas de todo o país. O clipe “Desgoverno” tem claramente incomodado os ainda apoiadores do governo genocida e corrupto de Bolsonaro, Mourão e os militares. A população, atingida pelo descaso e pela fome, tem saído as ruas. A clareza de que Bolsonaro hoje é mais letal que o vírus fez com que perdessem o medo. Nesse caldo e ação estamos também nós, os artistas e trabalhadores da cultura

OFICINA POPULAR DE TEATRO NO BAIRRO HUMAITÁ COM PAULO FLORES

Começa neste sábado, dia 5 de julho, a Oficina Popular de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz no bairro Humaitá. A Oficina faz parte do Projeto “Teatro Como Instrumento de Discussão Social” que a Tribo desenvolve desde 1988 nos bairros populares da região metropolitana de Porto Alegre. A Oficina será ministrada por Paulo Flores e acontecerá todos os sábados, das 14 às 17 horas, no Centro Cultural Esportivo Ferroviário (Grêmio Esportivo Ferrinho), na Av. Dona Teodora, 1250, na Vila dos Ferroviários, no bairro Humaitá. A Oficina Popular de Teatro é gratuita e aberta a todos interessados a partir dos 15 anos. Informações e inscrições pelos telefones 3286 5720 e 3028 1358.

Foto: Pedro Isaias Lucas*

As Oficinas Populares de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz têm como objetivo fomentar a organização de grupos culturais nos bairros. A proposta de trabalho teatral do Projeto Teatro Como Instrumento de Discussão Social segue os fundamentos principais da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo, que visa à formação de atores-cidadãos com a necessária qualificação para estar a serviço da construção de uma sociedade justa e solidária. Ao longo da oficina, o oficinando/aluno estará passando por um processo programado de desenvolvimento, cuja primeira etapa encontra-se organizada em torno do autoconhecimento (conhecimento do ator), passando, em seguida, para a etapa de reconhecimento (ênfase colocada no trabalho de construção de personagem), para o jogo teatral (ênfase na situação dramática) e, por fim, chegando à elaboração do produto estético: a encenação.


*foto do exercício cênico "O Mercado do Gozo" realizado nesta oficina em 2011, com orientação de Paulo Flores.