A Casa de Fausto sob o Signo do Cruzeiro do Sul [Parte 3/Final]

Anátema e sagração da primaveraO grupo brasileiro Ói Nóis Aqui Traveiz encena o Fausto de Goethe em Porto AlegrePor Friedrich Dieckmann para a revista alemã Theater Der Zeit
 O princípio do palco simultâneo, que define toda a encenação, repete-se nas cenas de Margarida nas dimensões de um espaço com forma de sala, e o espectador pode escolher os pontos, a partir dos quais ele quer assistir aos acontecimentos; ele pode também mudar de lugar. Nos dois lados estreitos tornam-se presentes duas instâncias polares: num lado, o grupo de imobilidade estatuária, no qual aparecem, ao lado de um sacerdote, um cavaleiro e uma mulher (trata-se de Valentim e da mãe de Margarida), à semelhança de estátuas; no outro lado, a área do jardim com o lago, as pedras e as plantas, que aparece atrás de véus. O lado da igreja estende-se por todo o espaço na forma de figuras de santos (aquelas figuras carregadas da rua para dentro do recinto); a roda de fiar se encontra aqui, em cuja caixa Mefisto deposita o …

A Atuadora Tânia Farias participa esta semana do Festival Aldeia do Velho Chico em Petrolina


A atuadora Tânia Farias da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz participa do décimo Festival de Artes do Vale do São Francisco – Aldeia do Velho Chico em Petrolina. A atriz apresenta a desmontagem “Evocando os Mortos Poéticas da Experiência”, lança o mais novo livro do grupo “Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz – Poéticas de Ousadia e Ruptura” e ministra um workshop “Vivência e Laboratório com a Tribo”. 
Foto: Paula Carvalho

Confira a Programação:

Quarta feira - dia 13/08
20h – Desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência” por Tânia Farias - Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

Quinta feira - dia 14/08
16h – Sala de Teatro | Lançamento do Livro “Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz – Poéticas de Ousadia e Ruptura”

Sexta e Sábado 15 e 16/08 
09h às 13h – Sala de Dança | Vivência e Laboratório com a tribo

Confira a Programação completa no site:

Aldeia do Velho Chico comemora 10 anos

De 28 de julho a 16 de agosto, o Vale do São Francisco recebe uma programação cultural diversificada, com mais de 100 atividades artísticas e de formação
Comemorando 10 anos de existência, a Aldeia do Velho Chico – Festival de Artes do Vale do São Francisco, realizado pelo Sesc Petrolina, traz uma programação diversificada com mais de 100 atividades artísticas e de formação. De 28 de julho a 16 de agosto, Petrolina, Ilha do Massangano e Lagoa Grande, recebem espetáculos teatrais, música, circo, dança, literatura, cinema, fotografia, gastronomia, artesanato e oficinas.
Idealizado e desenvolvido pelo Sesc, o Aldeia do Velho Chico é considerado o maior acontecimento multicultural do Vale e tem como objetivo a valorização e a descentralização da cultura. São mais de 100 atividades, envolvendo cerca de 900 artistas e com a previsão de atrair um público de cerca de 70 mil pessoas. Durante 20 dias, o Festival movimentará Petrolina e região com uma programação voltada para todas as tribos, contemplando ainda 16 atividades formativas, a exemplo de palestras, bate-papos, oficinas gratuitas de capacitação e oficinas para alunos de escolas públicas.
Segundo o coordenador da Aldeia do Velho Chico, Jailson Lima, além de reencontrar artistas que marcaram as edições anteriores, os 10 anos do Festival também serão vivenciados com muitas novidades, entre elas: o Domingo do Lambedor, o projeto Um escritor na minha escola e a Cena Gastrô, que alia arte e gastronomia em pratos personalizados,
de acordo com espetáculos da programação, no espaço Café de Bule.
A programação é gratuita, exceto os espetáculos no Teatro Dona Amélia, que custam R$ 5 e R$ 10. Informações sobre inscrições e compra de ingressos também poderão ser obtidas pelo telefone (87) 3866-7480 ou (87) 3866-7454.

Histórico | Criado em 2005 na forma de um festival que reunia, pela primeira vez na região, várias linguagens artísticas, o Aldeia surpreendeu, logo no primeiro dia, com o “Abre Alas pro Velho Chico”, um animado cortejo de artistas que invadiu as ruas do centro da cidade. Nos anos seguintes, a Aldeia do Velho Chico continuou inovando e promovendo um intercâmbio e descentralização da cultura.
Nestes 10 anos de atuação, a Aldeia do Velho Chico ofereceu mais de 500 atrações artísticas nas linguagens de teatro, dança, circo, música, artes plásticas, literatura, artesanato e fotografia, além de 300 atividades formativas para artistas, estudantes e para a comunidade. Foram mais de 5 mil artistas e cerca de 400 grupos que passaram pelos palcos dessa Aldeia. Projetos como o Palco Giratório e o Sonora Brasil possibilitaram um intercâmbio entre a cultura local e o que é produzido em outros estados. Mais de 380 mil pessoas acompanharam a programação.