TERREIRA DA TRIBO 37 ANOS DE (R)EXISTÊNCIA

Artigo publicado no Correio do Povo em 11 de setembro de 2021. Fotos de Pedro Isaias Lucas.     No dia 14 de julho de 1984 a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz abria as suas portas para o público. Com um show de rock-punk que reuniu as bandas Replicantes e Urubu Rei, entre outras. Logo em seguida o Ói Nóis Aqui Traveiz encenou na nova casa “A Visita do Presidenciável ou Os Morcegos estão Comendo os Abacates Maduros”, uma parábola sobre o momento político que o Brasil vivia, com a saída dos militares de cena e a entrada de um governo civil. E anunciava para toda cidade “...todas as pessoas gostam de cantar, dançar, representar, pintar, fotografar. Qualquer pessoa é capaz de criar e a Terreira da Tribo está aí para isso”. E nesses 37 anos de atividades a Terreira da Tribo abrigou as mais diversas manifestações culturais como espetáculos de teatro, shows musicais, ciclos de filmes e vídeos, seminários, debates, performances e celebrações. Hoje a Terreira é reco

Ói Nóis Aqui Traveiz atua com grupos de Direitos Humanos na Argentina!

QUANDO AS AUSÊNCIAS SE FAZEM PRESENTES!

A ação performática “Onde? Ação nº2”, que de forma poética contribui para a discussão sobre os desaparecidos políticos na America Latina está sendo apresentada em diversas províncias da Argentina, através do 9º Circuito Nacional de Teatro, e segue em turnê até o início de outubro.

A performance que provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar, tem encontrado ecos em solos argentinos, através de parcerias com militantes e grupos de direitos humanos de todo o país. Com esta ação, mais uma vez, o Ói Nóis Aqui Traveiz se soma ao movimento por Memória, Verdade e Justiça.

Abaixo fotos da performance em frente a Polícia Federal de Neuquén, que ficou conhecida como um centro de tortura e detenção de presos políticos durante a ditadura militar na Argentina. Está apresentação contou com a participação de diversos artistas e grupos de direitos humanos da cidade.









Fotos: Pedro Rosauro