Sábado - 25 de junho de 2022 | Escola de Espectadores discute: QUASE CORPOS |

    A quarta aula de 2022 da Escola de Espectadores de Porto Alegre (EEPA) será no dia 25 de junho, SÁBADO, das 10h ao meio-dia, no TEATRO DE ARENA (Altos do viaduto Otávio Rocha).   Durante o encontro, será discutido o monólogo QUASE CORPOS Episódio 1: A Última Gravação, do coletivo Ói Nóis Aqui Traveiz. Estará presente o atuador Paulo Flores, cofundador do grupo e que faz sua estreia no formato monólogo em Quase Corpos.   As aulas da EEPA são gratuitas e sem pré-requisitos. A matrícula de novos alunos será feita no local. Todos estão convidados!

Atuadora Tânia Farias realiza vivência artística com o Grupo Vilavox (BA)


De 15 a 18 de novembro a atuadora Tânia Farias estará realizando uma vivência artística com o grupo Vilavox em Salvador. A atuadora realizará a desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência” e uma Oficina/vivência de três dias.

Confira a programação:

De 15 a 17 de novembro – das 16 às 22h: Oficina/Vivência com Tânia Farias e Vilavox na Casa Preta (Rua Areial de Cima - Largo de Julho).

Dia 16 de novembro– 19h: Desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência” na Casa Preta (Rua Areial de Cima - Largo de Julho).



EVOCANDO OS MORTOS – POÉTICAS DA EXPERIÊNCIA

A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz.
 Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento.

 Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Através da ativação da memória corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma espécie de ritual de evocação de seus mortos para compreensão dos desafios de fazer teatro nos dias de hoje.