"Eu, Pessoa e os Outros Eus" Teatro com Entrada Franca Na Terreira da Tribo

"Eu, Pessoa e os Outros Eus" monólogo sobre a vida e obra do poeta português Fernando Pessoa, com o ator Jairo Klein, será encenado nos dias 18 e 19 de novembro, às 20 horas, com entrada franca, na Terreira da Tribo(rua Santos Dumont, 1186). As apresentações fazem parte da campanha TERREIRA DA TRIBO EU APOIO!



                 "Eu, Pessoa e os Outros Eus" é um espetáculo que dá vida e voz à obra literária de Fernando Pessoa, poeta português, e aos seus heterônimos mais conhecidos: Alberto Caeiro (Seu mestre e poeta da natureza; Ricardo Reis (das Odes, clássico, pagão, existencialista radical) e  Álvaro de Campos  (o poeta das sensações). O ator Jairo Klein traz uma dramaturgia visceral na interpretação desse personagem, o qual surgiu após uma pesquisa e performance ao longo de mais de vinte anos. No espetáculo solo vê-se a passagem nítida e múltipla por cada um dos heterônimos mais conhecidos de Fernando Pessoa num jogo dinâmico e vibrante de um perso…

10/12 - Acompanhe a programação da Mostra em Belo Horizonte

O segundo dia da Mostra Conexões para uma Arte Pública em BH, conta com apresentação da Performance “Onde? Ação nº2”, às 15h, na praça Rio Branco (Praça da Rodoviária). E logo mais, às 20h, a atuadora Tânia Farias apresenta a desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência”, na Sede do Grupo Galpão (Rua Pitangui, 3413 - Horto).

ENTRADA FRANCA!

A performance “Onde? Ação nº2” provoca de forma poética reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis.


EVOCANDO OS MORTOS – POÉTICAS DA EXPERIÊNCIA

A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho do ator na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz.
 Seguindo a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento.

 Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Através da ativação da memória corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma espécie de ritual de evocação de seus mortos para compreensão dos desafios de fazer teatro nos dias de hoje.