DUAS CARTAS PARA MEIERHOLD (Continuação)

  Caríssimo Meyerhold, Desculpe a formalidade, mas ela deve-se ao fato de ter te conhecido há pouco tempo, apesar de já fazer praticamente 1 ano (ou seria mais?) desde que fui convidada pelo Henrique Saidel a ver a encenação de um texto criado pelo dramaturgo argentino Eduardo Pavlovsky que mistura sua trajetória com os desassossegos vividos por ti no cárcere. Ao lembrar daquela noite muitas sensações e sentimentos se misturam, há pouco havia me mudado para Porto Alegre, era a primeira vez no espaço Terreira da Tribo e que via a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz em um espaço fechado. Mergulhar no seu imaginário criativo naquele momento acompanhava novas aberturas no meu próprio cárcere privado que constantemente é renovado pelo nomadismo voluntário que me impulsiona a viver em constante revolução cultural, estética e política por esse Brasil.     No entanto, me sinto um pouco envergonhada de ter te conhecido tão tardiamente e esta ser a primeira vez que te escrevo. Sint

Penúltimo dia da Mostra em SP, teve mostra pedagógica e exibição de filme!

Bate papo após a exibição do filme “Viúvas – Performance sobre a Ausência” na sede da Companhia do Feijão em SP!





Confira as imagens do exercício cênico “Yerma” da Oficina Popular de Teatro do bairro Bom Jesus na sede do grupo Pombas Urbanas. A montagem tem orientação da atuadora Tânia Farias.





Fotos: Pedro Isaias Lucas