A Casa de Fausto sob o Signo do Cruzeiro do Sul [Parte 3/Final]

Anátema e sagração da primaveraO grupo brasileiro Ói Nóis Aqui Traveiz encena o Fausto de Goethe em Porto AlegrePor Friedrich Dieckmann para a revista alemã Theater Der Zeit
 O princípio do palco simultâneo, que define toda a encenação, repete-se nas cenas de Margarida nas dimensões de um espaço com forma de sala, e o espectador pode escolher os pontos, a partir dos quais ele quer assistir aos acontecimentos; ele pode também mudar de lugar. Nos dois lados estreitos tornam-se presentes duas instâncias polares: num lado, o grupo de imobilidade estatuária, no qual aparecem, ao lado de um sacerdote, um cavaleiro e uma mulher (trata-se de Valentim e da mãe de Margarida), à semelhança de estátuas; no outro lado, a área do jardim com o lago, as pedras e as plantas, que aparece atrás de véus. O lado da igreja estende-se por todo o espaço na forma de figuras de santos (aquelas figuras carregadas da rua para dentro do recinto); a roda de fiar se encontra aqui, em cuja caixa Mefisto deposita o …

Confira como foi a programação de 37 anos do Ói Nóis Aqui Traveiz!

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz que na semana passada completou 37 anos de trajetória, realizou uma semana intensa de programação cultural aberta e gratuita a toda cidade!

Confira as fotos das nossas celebrações!

A exibição do filme “Viúvas – Performance sobre a Ausência” no Cine Bancários contou com a presença dos amigos e militantes políticos Enrique Padrós e Suzana Lisboa.


A performance “Onde Ação nº2” foi apresentada na Esquina Democrática nos dias 31 e 1º abril. Mais uma vez, nesta data simbólica, a Tribo foi para ruas questionar a sociedade sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar. ONDE?!

 Os papeizinhos com uma pequena biografia dos nossos homens e mulheres desaparecidos foram espalhados pelas principais ruas do centro da cidade.





Também no dia 1º de abril a Tribo participou de um ato no Palácio da Polícia para marcar os 51 anos do golpe civil-militar. Nesta cerimônia foi inaugurada uma placa que denuncia que aquele, foi um lugar de tortura. Esta ação faz parte do projeto Marcas da Memória. Outras placas foram fixadas, também na Capital, na praça Raul Pilla, onde funcionou a sede da Polícia do Exército, e no prédio do Colégio Paulo da Gama, cujas salas de aula serviram de celas para cerca de 80 brigadianos que se opuseram ao regime militar.




Noite de celebração na Terreira da Tribo e lançamento da Cavalo Louco nº15!!!





O brinde ficou por conta dos parceiros Porto Chopp!



Desmontagem "Evocando os Mortos Poéticas da Experiência" por Tânia Farias. 
Noite vibrante e de compartilhamento!