TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ 44 ANOS [PARTE 19]

“Se Não Tem Pão, Comam Bolo!” tem por referência a célebre frase da rainha da França, Maria Antonieta,quando no princípio da Revolução Francesa, pressionada em seu próprio palácio pelo povo que pedia pão, pateticamente perguntou por que não comiam brioches. Encenação popular, esta fábula política recorre ao fato histórico para falar de problemas cotidianos que afligem a maioria dos brasileiros: a fome, a opressão, os desmandos do poder e a corrupção dos políticos. Os personagens são saltimbancos contadores de histórias, que de uma forma satírica e divertida cantam para o povo, nas ruas, o que a sociedade burguesa procura esconder: a luta de classes. 
    “SE NÃO TEM PÃO, COMAM BOLO!” Roteiro e direção : criação coletiva Figurinos : Arlete Cunha Adereços : Zau Figueiredo Música : Rogério Lauda Elenco : Arlete Cunha, Kike Barbosa, Rogério Lauda e Sandra Possani Intérprete em substituição : Vera Parenza Estreia : 14 de fevereiro de 1993 (Espetáculo de rua) TERREIRA DA TRIBO EU APOIO! Você

Confira como foi a programação de 37 anos do Ói Nóis Aqui Traveiz!

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz que na semana passada completou 37 anos de trajetória, realizou uma semana intensa de programação cultural aberta e gratuita a toda cidade!

Confira as fotos das nossas celebrações!

A exibição do filme “Viúvas – Performance sobre a Ausência” no Cine Bancários contou com a presença dos amigos e militantes políticos Enrique Padrós e Suzana Lisboa.


A performance “Onde Ação nº2” foi apresentada na Esquina Democrática nos dias 31 e 1º abril. Mais uma vez, nesta data simbólica, a Tribo foi para ruas questionar a sociedade sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar. ONDE?!

 Os papeizinhos com uma pequena biografia dos nossos homens e mulheres desaparecidos foram espalhados pelas principais ruas do centro da cidade.





Também no dia 1º de abril a Tribo participou de um ato no Palácio da Polícia para marcar os 51 anos do golpe civil-militar. Nesta cerimônia foi inaugurada uma placa que denuncia que aquele, foi um lugar de tortura. Esta ação faz parte do projeto Marcas da Memória. Outras placas foram fixadas, também na Capital, na praça Raul Pilla, onde funcionou a sede da Polícia do Exército, e no prédio do Colégio Paulo da Gama, cujas salas de aula serviram de celas para cerca de 80 brigadianos que se opuseram ao regime militar.




Noite de celebração na Terreira da Tribo e lançamento da Cavalo Louco nº15!!!





O brinde ficou por conta dos parceiros Porto Chopp!



Desmontagem "Evocando os Mortos Poéticas da Experiência" por Tânia Farias. 
Noite vibrante e de compartilhamento!