CINECLUBE DA TERREIRA DA TRIBO COM ENTRADA FRANCA

Nos dias 25 e 26 de novembro, o CineClube da Terreira da Tribo exibe dois filmes da pernambucana Tuca Siqueira - “A Mesa Vermelha”, na segunda-feira, e “Amores de Chumbo”, na terça-feira, às 20 horas, com entrada franca, na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont 1186). As exibições fazem parte da campanha TERREIRA DA TRIBO EU APOIO!

 “Terreira da Tribo – Eu Apoio!” é uma campanha de apoio coletivo e permanente que a Tribo lançou na plataforma virtual da Benfeitoria como forma de manutenção do espaço da Terreira que completou 35 anos de existência na cidade de Porto Alegre. Mais informações em www.benfeitoria.com/terreiradatribo.



A Mesa Vermelha”, documentário, exibe depoimentos de 23 ex presos políticos no período da ditadura militar no Recife entre 1969, com a promulgação do AI 5, e 1979, com o advento da Lei da Anistia. Acompanha este documentário o debate entre os participantes,ao redor de uma mesa vermelha,sobre temas relacionados ao período da ditadura passando pelo go…

Laboratório do Ator!

Nesta e na próxima semana, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará realizando um laboratório físico/prático com a atriz e pesquisadora teatral Beatriz Britto. 
O laboratório aborda a busca pela essência orgânica do trabalho do ator, através das ações físicas, partituras corporais e improvisação. E tem como referências inspiradoras, o legado de Antonin Artaud, Heiner Muller, Jerzy Grotowski entre outros.

Foto: Eugênio Barbosa

BEATRIZ BRITTO

Beatriz de Araújo Britto, atriz, diretora e pesquisadora de teatro, doutora pela PUC/USP, graduada em Artes Cênicas pela UFRGS – Habilitação Direção Teatral. Mestrado em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo com o projeto “O Inconsciente no Processo Criativo do Ator – Por uma Cena dos Sentidos(A Experiência da Criação Coletiva)”. Atriz e encenadora nos espetáculos ‘A Visita do Presidenciável’ (1984) e ‘Antígona Ritos de Paixão e Morte’ (1990), atriz nos espetáculos ‘Nietzsche no Paraguai’ (1985) e ‘Ostal Rito Teatral’ (1989), dirigiu o espetáculo ‘Cinzas’ (1998). 

Autora do livro “Uma Tribo Nômade” que fala sobre o processo de criação no Ói Nóis Aqui Traveiz,  e sobre o discurso midiático e a ação do grupo como um espaço de resistência. O livro foi lançado pelo selo Ói Nóis na Memória em 2008 e já está na sua segunda edição. 

Livro a venda pela Livraria Cultura.
clique e confira!


O livro "UMA TRIBO NÔMADE - A Ação do Ói Nóis Aqui Traveiz como Espaço de Resistência" analisa a relação entre os discursos da mídia e a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Valendo-se da obra de Deleuze e Guattari, Beatriz Britto analisa como se processa a reação da mídia jornalística, considerada como 'potência de controle', em relação à linguagem e à atuação do Ói Nóis, partindo do princípio de que a ação do grupo pode ser vista como uma estratégia de resistência à homogeneização do pensamento, porque rompe com os significados pré-fixados. Sob o título "Arte e Mídia - A Ação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz como Espaço de Resistência e suas recepções na Mídia", a autora apresentou este estudo como tese de doutorado em Comunicação e Semiótica - Signo e Significações nas Mídias na Universidade Pontifícia Católica de São Paulo, recebendo conceito máximo de aprovação. A publicação deste estudo se insere na ação “Ói Nóis na Memória” que vem registrando a trajetória da Tribo.