TEM MÚSICA NA TABA!Shows musicais voltam com tudo dias 23 e 24 de setembro na Terreira da Tribo!

ENTRADA FRANCA

Nos dias 23 e 24 de setembro a música ocupa a Terreira da Tribo com bandas e músicos da nossa cidade, sempre às 20h e com Entrada Franca (rua Santos Dumont, 1186). "Tem Música na Taba!" faz parte da programação cultural da campanha “Terreira da Tribo – Eu Apoio!”. A Terreira da Tribo que sempre ocupou prédios privados pagando onerosos alugueis se encontra num momento dramático para conseguir viabilizar a sua existência. 


Na segunda-feira dia 23 a música de antigamente tem o ânimo renovado com a proposta do grupo "Volto Pra Te Ver". A banda surge no cenário porto alegrense cantando clássicos do Samba e da MPB, num encontro musical que traz ao público uma sonoridade apurada somada à alegria de jovens amantes da música popular brasileira. O grupo é formado por Mauro Moura (Voz e Cavaco), Alexandre dos Santos (Violão), José Neto (Sopros), Maicon Ouriques e Igor Peres (Percussão). 

Já na terça-feira dia 24 chega ao palco da Terreira da Tribo o músic…

"É preciso abrir uma clareira no bosque" - Carlos Marighella


Há exatos 104 anos atrás, nascia na Bahia o homem que iria se tornar o "Inimigo nº1" da ditadura militar no Brasil. Filho de um operário, imigrante italiano e de uma negra, filha de escravos africanos trazidos do Sudão, ele trouxe no sangue a força, a coragem e a combatividade dos seus antepassados.
Político, Guerrilheiro e Poeta, inspirou e inspira até hoje gerações e gerações de seres apaixonados pela vida, que incansavelmente acreditam na possibilidade de um mundo melhor, mais justo, mais igualitário.

Evoééé!
CARLOS MARIGHELLA VIVE!



LIBERDADE
Não ficarei tão só no campo da arte,
e, ânimo firme, sobranceiro e forte,
tudo farei por ti para exaltar-te,
serenamente, alheio à própria sorte.
Para que eu possa um dia contemplar-te
dominadora, em férvido transporte,
direi que és bela e pura em toda parte,
por maior risco em que essa audácia importe.
Queira-te eu tanto, e de tal modo em suma,
que não exista força humana alguma
que esta paixão embriagadora dome.
E que eu por ti, se torturado for,
possa feliz, indiferente à dor,
morrer sorrindo a murmurar teu nome.
Carlos Marighella