TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ 44 ANOS [PARTE 19]

“Se Não Tem Pão, Comam Bolo!” tem por referência a célebre frase da rainha da França, Maria Antonieta,quando no princípio da Revolução Francesa, pressionada em seu próprio palácio pelo povo que pedia pão, pateticamente perguntou por que não comiam brioches. Encenação popular, esta fábula política recorre ao fato histórico para falar de problemas cotidianos que afligem a maioria dos brasileiros: a fome, a opressão, os desmandos do poder e a corrupção dos políticos. Os personagens são saltimbancos contadores de histórias, que de uma forma satírica e divertida cantam para o povo, nas ruas, o que a sociedade burguesa procura esconder: a luta de classes. 
    “SE NÃO TEM PÃO, COMAM BOLO!” Roteiro e direção : criação coletiva Figurinos : Arlete Cunha Adereços : Zau Figueiredo Música : Rogério Lauda Elenco : Arlete Cunha, Kike Barbosa, Rogério Lauda e Sandra Possani Intérprete em substituição : Vera Parenza Estreia : 14 de fevereiro de 1993 (Espetáculo de rua) TERREIRA DA TRIBO EU APOIO! Você

Ói Nóis Aqui Traveiz ministra oficina no Festival de dança em Londrina!

A atuadora Tânia Farias está neste momento em Londrina, ministrando a oficina de performance “Procura-se um corpo”, que pretende de forma poética, provocar reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A atuadora Tânia Farias, incorporando o ideário do Ói Nóis, utiliza as artes cênicas como ato de resistência e para tratar temas atuais como a fragilidade da democracia e o aumento da intolerância na sociedade. Ela traz exercícios para a preparação do corpo do performer, de modo a torná-lo permeável a experiências à sua volta. A oficina propõe ainda o reconhecimento e a ocupação de um espaço urbano de Londrina, onde será realizada uma performance concebida conjuntamente pelo grupo.

 Tânia Farias é atriz, encenadora, professora e produtora teatral.Desde 1994, integra a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, um dos grupos de teatro mais tradicionais e resistentes do Brasil. Foi ganhadora do Prêmio Açorianos por duas vezes e indicada ao Shell de melhor atriz. Afora as inúmeras criações coletivas com o grupo, concebeu a desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência”, solo apresentado no Festival de Dança de Londrina 2015.
Público-alvo: Público em geral, especialmente atores, bailarinos, performers e estudantes das artes cênicas.

Foto Rafael Saes


Capacidade: 30 vagas

Dias: 27 a 31 de outubro (de quinta a segunda)

Horário: 27 e 28 de outubro: das 19 às 21 horas; 29 e 30 de outubro: das 14 às 16 horas;

31 de outubro: performance urbana, com horário a definir

Local: Escola Municipal de Dança (Rua Senador Souza Naves, 2380)

Mais informações:
http://2016.festivaldedancadelondrina.art.br/um-festival-de-ascens%C3%A3o-mete%C3%B3rica