Violeta Parra - Uma Atuadora! No Sarau do Solar

13/agosto - Sarau Especial - 18h | Transmissão ao vivo
Tânia Farias em Violeta Parra, uma Atuadora| Latino-americana
O Sarau do Solar é realizado pela Assembleia desde 1993, quando foi inaugurada a restauração do Solar dos Câmara (Duque de Caxias, 968), construção histórica que desde então concentra a maior parte das iniciativas culturais do Parlamento gaúcho. O projeto consiste na promoção de espetáculos musicais, com entrada franca, em temporadas anuais que vão de março a dezembro. Por sua relevância para a cidade, foi agraciado por Honra ao Mérito no Prêmio Açorianos de Música 2006, concedido pela Secretaria de Cultura de Porto Alegre.Compatibilizando as expectativas de uma plateia com alto grau de fidelidade, o projeto busca alternar vertentes e tendências. Os objetivos são estimular a pluralidade da produção gaúcha e propiciar acesso universal às mais variadas expressões da cultura musical local, regional, nacional e internacional.

Palestra com o atuador e fundador da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz Paulo Flores em Cuiabá!

Seguimos viagem pelo circuito “Palco Giratório” e chegamos a Cuiabá. Abrindo as atividades, o atuador e fundador da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, Paulo Flores irá fazer um bate papo sobre a Censura no Teatro Brasileiro durante a Ditadura Militar. 
A atividade é gratuita e será nesta terça feira (16.05), às 18h no SESC Arsenal.

Na foto, Paulo Flores sendo preso com o vereador Marcos Klassmann durante uma manifestação pela Anistia em agosto de 1978.



Sobre a Palestra:
A CENSURA NO TEATRO BRASILEIRO DURANTE A DITADURA MILITAR

A palestra aborda um dos piores momentos da história do teatro brasileiro, devido à repressão e à censura exercidas pelo regime autoritário. No período da ditadura, a partir de 1964, o teatro sofreu grandes perseguições. Em especial dois grupos, o Oficina, em torno de seu diretor José Celso Martinez Corrêa, e o Arena, em torno de Augusto Boal, que se dedicaram a criar uma dramaturgia brasileira e uma nova formação do ator. Extremamente engajados, e invocando o teórico e dramaturgo alemão Bertolt Brecht como nome tutelar, marcariam a história do teatro no país. Essa situação só piorou após a promulgação do Ato Institucional Nº 5 (AI-5) em 1968, que deflagrou o terror de Estado e exterminou aquilo que fora o mais importante ensaio de socialização da cultura jamais havido no país.