TEM MÚSICA NA TABA! COM ENTRADA FRANCA

Nos dias 14 e 15 de outubro, às 20 horas, com entrada franca, TEM MÚSICA NA TABA! na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186). Na segunda-feira, dia 14 de outubro,  Mariana Stedele, cantora e atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, convida os amigos Tiago Bra, Ana Clara e Charlotte para cantarem e compartilharem suas composições numa celebração com o público. A terça-feira, dia 15 de outubro, reunirá os grupos musicais Guará e Expresso Livre. As apresentações fazem parte da campanha TERREIRA DA TRIBO EU APOIO!
A Guará é uma alcatéia antropomórfica e musical reunida desde 2017, quando músicos estudantes do curso de Música Popular da UFRGS se encontram e começam a compor juntos. Com uma proposta de antropofagia musical traz um eco tropicalista, misturando ritmos brasileiros com funk americano e rock progressivo/psicodélico. Integrada por Carlo Gianlupi (Bateria), Duda Raupp (Guitarra, teclado e voz), Gabriel Campão (Guitarra e voz), Rodrigo Hirsch (Voz) e Wolf Peters (Ba…

Caliban - A Tempestade de Augusto Boal chega a Belo Horizonte


O espetáculo "Caliban - A Tempestade de Augusto Boal" segue percorrendo o país através do circuíto Palco Giratório. E chegou a vez de Belo Horizonte receber novamente a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz!!!

Data: 10/06 e 11/06 | Horário: 16h 
Local: Praça Carlos Chagas – Praça da Assembleia, S/N - Santo Agostinho.

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz é o grupo homenageado do 20º Palco Giratório!
#CalibanATempestadedeAugustoBoal
#Palco20nos




Para dar continuidade à pesquisa de teatro de rua, o Ói Nóis escolheu a versão de Augusto Boal de A Tempestade. Ele apropria-se da peça de Shakespeare e do pensamento do cubano Retamar para questionar a exploração da América do Sul pelo colonialismo europeu e para discutir a postura neocolonialista dos Estados Unidos. A figura de Caliban em A Tempestade, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visível as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial. Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, encenar “A Tempestade de Augusto Boal” é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliba é a reivindicação da legitimidade do “diferente”.