TERREIRA DA TRIBO 37 ANOS DE (R)EXISTÊNCIA

Artigo publicado no Correio do Povo em 11 de setembro de 2021. Fotos de Pedro Isaias Lucas.     No dia 14 de julho de 1984 a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz abria as suas portas para o público. Com um show de rock-punk que reuniu as bandas Replicantes e Urubu Rei, entre outras. Logo em seguida o Ói Nóis Aqui Traveiz encenou na nova casa “A Visita do Presidenciável ou Os Morcegos estão Comendo os Abacates Maduros”, uma parábola sobre o momento político que o Brasil vivia, com a saída dos militares de cena e a entrada de um governo civil. E anunciava para toda cidade “...todas as pessoas gostam de cantar, dançar, representar, pintar, fotografar. Qualquer pessoa é capaz de criar e a Terreira da Tribo está aí para isso”. E nesses 37 anos de atividades a Terreira da Tribo abrigou as mais diversas manifestações culturais como espetáculos de teatro, shows musicais, ciclos de filmes e vídeos, seminários, debates, performances e celebrações. Hoje a Terreira é reco

Lista de selecionados para oficinas do V Festival de Teatro Popular - Jogos de Aprendizagem


Os selecionados deverão comparecer quinze minutos antes do início das oficinas, com uma roupa confortável para a realização de trabalho físico/prático.

Local das oficinas: Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186 - São Geraldo).

Boa oficina a todos! 

Oficina de Criação Teatral - Grupo Malayerba
Oficina teórico-prática -  19, 20 e 21 de junho, das 9h às 12h - Terreira da Tribo



Selecionados:

- Antonella Fernández Pabón
- Cláudia Machado
- Daviana Suarez
- Diandra Tavares
- Elisa Henriques
- Felipe Fiorenza
- João Petrillo
- Julia Elvira Stubrin
- Keter Atácia Velho
- Liana Aice
- Lucas Fiorindo
- Marcel Matiazi
- Márcio Leandro
- María Noelia Reda
- Mariana Stedele
- Mariliza Genesini Tavares,
- Mayura Matos
- Pacha Inca
- Patricia dos Santos Silveira
- Raphael Costa Santos
- Rebeca Menegazzo
- Roberta Millarch
- Sofía Gerboni
- Stella de Miranda
- Vinicius Huggy

O nascimento de um texto teatral até o momento em que é interpretado, considerando a memória e o imaginário do autor e também dos atores é o ponto de partida da oficina do Malayerba. Serão três dias focados nas trocas de aprendizagem, sem julgamento nem hierarquização do conhecimento. É necessário levar roupas confortáveis, para o trabalho corporal e caderno para anotações. O laboratório de criação teatral será conduzido por Gerson Guerra, Arístides Vargas e Charo Francés.


Moçambique, histórias de A a Zinco - Klemente Tsamba
Oficina teórico-prática – 22 e 23 de junho, das 9h às 12h - Terreira da Tribo



Selecionados:

- André de Jesus
- Anildo Böes
- Arthur Côrtes
- Caroline Falero
- Daniel Gustavo Oliveira Gonçalves
- Diandra Tavares
- Échelen Vaz 
- Elisa Henriques
- Fernanda de Lannoy Stürmer
- Gabriel Abrantes Sarturi 
- Keter Atácia Velho
- Liana Alice
- Lucas Fiorindo
- Marcel Matiazi
- Márcio Leandro
- Mariana Stedele
- Natália Meneguzzi
- Pâmela Cassiele
- Rebeca Menegazzo 
- Rita Rosa
- Roberta Millarch

Esta oficina percorre a história de Moçambique desde os Tempos de Gungunhana (1885) até aos dias de hoje, destacando a tradição cultural dos povos do sul, abordando os rituais, as línguas tradicionais, os ritmos, as danças, os cânticos, entre outras. O objetivo é apresentar ao Brasil as várias expressões artísticas ligadas a cultura tradicional moçambicana que são a base do teatro local e, simultaneamente desafiar o público da lusofonia, a identificar pontes em comum, base para um diálogo intercultural positivo. A oficina será dividida em dois momentos: a primeira parte será dedicada a exposição da cultura do sul de Moçambique. Na segunda parte serão desenvolvidos jogos performativos baseados no teatro comunitário africano e apresentados depois em forma de esquetes.