TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ 44 ANOS [PARTE 19]

“Se Não Tem Pão, Comam Bolo!” tem por referência a célebre frase da rainha da França, Maria Antonieta,quando no princípio da Revolução Francesa, pressionada em seu próprio palácio pelo povo que pedia pão, pateticamente perguntou por que não comiam brioches. Encenação popular, esta fábula política recorre ao fato histórico para falar de problemas cotidianos que afligem a maioria dos brasileiros: a fome, a opressão, os desmandos do poder e a corrupção dos políticos. Os personagens são saltimbancos contadores de histórias, que de uma forma satírica e divertida cantam para o povo, nas ruas, o que a sociedade burguesa procura esconder: a luta de classes. 
    “SE NÃO TEM PÃO, COMAM BOLO!” Roteiro e direção : criação coletiva Figurinos : Arlete Cunha Adereços : Zau Figueiredo Música : Rogério Lauda Elenco : Arlete Cunha, Kike Barbosa, Rogério Lauda e Sandra Possani Intérprete em substituição : Vera Parenza Estreia : 14 de fevereiro de 1993 (Espetáculo de rua) TERREIRA DA TRIBO EU APOIO! Você

CINECLUBE DA TERREIRA DA TRIBO


Nesta segunda-feira, dia 15 de abril, às 20 horas, o Cineclube daTerreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186) exibe os filmes “Catadora de Gente” de Mirela Kruel e “Corpo Feminino” de Thaís Fernandes, dando seguimento a mostra Curtas Gaúchos em Debate, com entrada franca. Curtas Gaúchos em Debate faz parte da programação “Terreira da Tribo Eu Apoio!” - que é uma campanha de financiamento coletivo e permanente para a manutenção do espaço cultural Terreira da Tribo, através de uma plataforma online. As pessoas interessadas em colaborar na campanha podem fazer uma assinatura mensal no link www.benfeitoria.com/terreiradatribo.



Catadora de Gente” de Mirela Kruel mostra a história de vida da catadora Maria Tugira. Suas impressões e reflexões sobre a vida. Um filme sobre as dissonâncias sociais a partir da fala lúcida e precisa da personagem. Lançado em 2018, foi selecionado para o Festival “É Tudo Verdade”, na Mostra Nacional Competitiva De Curtas Metragens Brasileiros e recebeu Menção Honrosa no Festival pelo filme. Este filme recebeu também em 2018 os seguintes prêmios: Kikito de Melhor Atriz no Festival de Cinema Latino Americano de Gramado, Melhor Curta Metragem Brasileiro na Quinta Mostra de Cinema de Gostoso, Rio Grande do Norte, prêmio concedido pela Imprensa Nacional, Melhor Filme pelo Júri Popular no Sétimo Curta Brasília e Menção Honrosa pelo Júri Oficial, Melhor Filme Júri Popular e Menção Honrosa pelo Júri Oficial no Festival Kinoarte. Indicado pela Associação de Críticos de Cinema Nacional como um dos destaques da produção de curtas metragens documentários em 2018. Mirela Kruel possui também em sua trajetória um dedicado trabalho as questões de gênero e direito das mulheres e meninas. Trabalhando em campanhas internacionais da Rede de Saúde das Mulheres Latino Americanas e do Caribe e União Europeia.



Corpo Feminino” de Thaís Fernandes propõe um jogo aparentemente simples – pergunta para mulheres de diversas gerações a definição de algo que em teoria as unifica. Parte de um projeto transmídia, o filme é a porta de entrada para uma narrativa que possui muitos pontos de vista e nenhuma resposta certa. Thais Fernandes é formada em jornalismo pela PUCRS. Desde 2007 trabalha como montadora e diretora de projetos audiovisuais para televisão e cinema. Focada em narrativas documentais, dirigiu os curtas “Contrato de Amor” (2013), “Navegantes” (2015) e “Um Corpo Feminino” (2018). Assina produção executiva, pesquisa e edição de vídeos do webdocumentário “A Cidade Inventada” (2014). Em 2019 prepara seu primeiro longa - PORTUÑOL - e também sua primeira série de TV - “AFINAL, QUEM É DEUS? – ambos documentais.