SELECIONADOS I LABORATÓRIO ABERTO COM A TRIBO DE ATUADORES OÍ NÓIS AQUI TRAVEIZ

Ana Rafaely dos Santos Teixeira Bruna Moreira da Silva Bruno Mros Camila Januário de Lima Charlotte Dafol Cristian Lampert David Soares Ouriques Diego Carneiro Eduarda Saraiva Eduardo Spieler Fayola Ferreira Gabriel Coupe Guilherme Paiffer Pelodan Gustavo Moreira Alves Hélio Roberto Oliveira da Silva Iarima Castro Alves Cardoso Janaína Baladão de Aguiar de Azevedo Ketelin Abbady Ketelyn Scrittori Liana Alice Márcio Bueno Dias Matheus Ferreira Barcellos Maria Inês Falcão Natalia Meneguzzi Nicolle Machado Pâmela Fogaça Lopes Raquel Ramos Raul Ribeiro Bezerra Vivian Gabriele Schmitz Samuel de Moraes Pretto

O selecionado precisa confirmar a vaga até no máximo dia 28 de junho, ou sua vaga será disponibilizada para um suplente.
SUPLENTES:
Jeferson Porto Ghenes Raíssa Tonial Raissa Tatiane S. Pereira Fernanda Copatti Tamires Mora Jules Renan Dutra Bemfica

Como informado no material de divulgação é necessário que o selecionado tenha disponibilidade para acompanhar todo o programa (Ofic…

ÚLTIMA SEMANA DE “MEIERHOLD”

MEIERHOLD, a nova encenação coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, encerra essa temporada nos dias 11, 12 e 13 de abril - quinta, sexta-feira e sábado - às 20 horas, na Terreira da Tribo. Em cena estão os atuadores Paulo Flores, prêmio Açorianos 2018 para melhor ator, e Keter Velho, com iluminação de Clélio Cardoso. Os ingressos a R$ 40,00 e R$ 20,00 podem ser adquiridos de forma antecipada via on line na plataforma Sympla (com taxas) e na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186). MEIERHOLD tem o apoio da TVE e FM Cultura. 

Foto: Lucas Gheller

 
A encenação parte da livre adaptação da peça da chamada dramaturgia de "micropolítica de resistência” do argentino Eduardo Pavlovski “Variaciones Meyerhold” (2005). “Meierhold” mostra o encenador russo num tempo fora da realidade, póstumo, como um espectro que reflete sobre o seu discurso artístico e os relaciona com momentos dramáticos de sua trajetória pessoal, sujeito ao cárcere, tortura e humilhações até o seu brutal assassinato pelas autoridades da Russia stalinista. Na encenação estruturada em fragmentos, Meierhold passa de pensamentos em voz alta a relatos e diálogos imaginários com diferentes interlocutores, como com a sua amada, a atriz Zinaida Reich, também assassinada tragicamente. O espetáculo utiliza-se de diferentes linguagens e recursos, inclusive audiovisuais, fragmentos de poesias surrealistas e cenografia construtivista que remete à utilizada pelo próprio Meierhold. Na encenação estão presentes elementos dos estudos e experimentos de Meierhold como o grotesco, o teatro popular de feira e a biomecânica. Ao construir seus espetáculos Meierhold tinha sempre em vista o objetivo de despertar o público, fazê-lo participar da aventura teatral. A função da arte é soltar um grito de alarme, bradar sua recusa da barbárie e despertar a consciência do ser humano em face do sofrimento. Vsevolod Emilevich Meierhold (1874-1940) é sem dúvida um dos nomes-chave da encenação e da teoria teatral de todos os tempos. A história de Meierhold não deixa de nos colocar em questionamentos sobre o momento e o lugar em que vivemos. A dinâmica da encenação busca perguntar aos espectadores como Meierhold nos afeta e nos comove no sombrio Brasil de hoje.

INGRESSOS AQUI