Oficina de Teatro de Rua – Arte e Política Na Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo

A Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo/Ponto de Cultura abre inscrições para Oficina de Teatro de Rua – Arte e Política, de 17 a 21 de fevereiro, das 15 às 18 horas, na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186), gratuita e aberta a todos interessados a partir dos 15 anos. Inscrição presencial mediante carta de intenção e currículo. A Oficina acontecerá de 2 de março a 31 de julho, diariamente de segundas a sextas-feiras, das 14 às 18:30 horas, com aulas práticas e teóricas, somando 550 horas/aula. Mais informações pelo telefone 3028 1358 e pelas redes sociais do Ói Nóis Aqui Traveiz.

      A Oficina de Teatro de Rua – Arte e Políticacom a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveizabordará os princípios básicos do teatro político e popular com a perspectiva de que a rua seja palco de um teatro que se assuma como um constante repensar da sociedade, motivando uma releitura da vida cotidiana. Investigará o movimento, o gesto e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do…

"CUNHÃS" TEATRO COM ENTRADA FRANCA

Nesta segunda e terça-feira, dias 9 e 10 de setembro, o Panapaná Coletivo de Teatro Panapaná, da cidade de Canoas, apresenta o espetáculo “Cunhãs”, com entrada franca, às 20 horas, na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186), com senhas distribuidas a partir das 19 horas. As apresentações fazem parte da campanha TERREIRA DA TRIBO EU APOIO!, com programação de teatro, performance, cinema e música, com entrada franca, nas noites de segundas e terças-feiras. A Terreira da Tribo que sempre ocupou prédios privados pagando onerosos alugueis se encontra num momento dramático para conseguir viabilizar a sua existência. “Terreira da Tribo – Eu Apoio” é uma campanha de apoio coletivo e permanente que a Tribo lançou na plataforma virtual da Benfeitoria como forma de manutenção do espaço da Terreira que completa 35 anos de existência na cidade de Porto Alegre. Mais informações em www.benfeitoria.com/terreiradatribo .

Foto: Bárbara Hoch


“Cunhãs” propõe um diálogo entre mulheres por meio da evocacão de grandes nomes como Malala Yousafzai, Frida Khalo, Domitila de Chungara e Maria da Penha, e suas ideias de educação, liberdade, organização e enfrentamento à violência. Permeando as narrativas, outras figuras nos lembram as avós, as benzedeiras, as indígenas, mulheres que fazem parte da história de cada pessoa. As cunhãs compartilham estas histórias com outras cunhãs, na busca do fortalecimento individual e coletivo. Na língua Tupi, cunhãs significa companheira e irmã. O coletivo Panapaná conta com o apoio da TVE e FM Cultura.