MEIERHOLD ESTREIA EM SÃO PAULO

Estreia: 14/11, quinta, às 21h

Temporada: de 15/11 a 8/12
Sextas e sábados às 21h, domingos e feriados às 18h

No SESC Bom Retiro (Alameda Nothmann, 185) - SÃO PAULO

Os ingressos estarão a venda a partir de 5 de novembro pelo Portal Sesc (a partir das 12h) e dia 6 de novembro (a partir das 17h30) nas Unidades do Sesc SP.









Meierhold é uma adaptação livre de Variaciones Meyerhold do dramaturgo, ator e psicanalista argentino Eduardo Pavlovsky. No centro da encenação o célebre ator, diretor e teórico russo – Meierhold – cujo discurso inovador e revolucionário o transformou em um dos maiores pensadores do teatro mundial. Com a encenação a Tribo homenageia dois Mestres da cena contemporânea e do teatro latino-americano: Meierhold e Pavlovsky. Meierhold mostra o encenador russo num tempo fora da realidade, póstumo, como um espectro que reflete sobre o seu discurso artístico e os relaciona com momentos dramáticos de sua trajetória pessoal, sujeito ao cárcere, tortura e humilhações até …

TEATRO COMO PESQUISA E PEDAGOGIAS DA PRESENÇA


A Transmissão da Flor: Teatro como Pesquisa e Pedagogias da Presença é um projeto que tem como ponto de partida uma discussão teórico-prática do conceito de presença dentro da perspectiva do teatro como pesquisa, com foco nas experiências poéticas e pedagógicas de Tânia Farias da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e de Carlos Simioni do LUME Teatro
Com duração de uma semana, a programação da primeira edição inclui uma mesa de abertura para discussão conceitual e troca de saberes e experiências entre os artistas convidados e artistas locais, uma residência artística, três apresentações cênicas e uma performance do grupo de pesquisa na Fortaleza São José da Ponta Grossa. 
A Residência artística será ministrada por Tânia Farias da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz em conjunto com Carlos Simioni do LUME Teatro e acontecerá de 05 a 10 de novembro de 2019, na Caixa Preta do Bloco D – CCE/UFSC, no período da tarde.
No primeiro dia, 05 de novembro acontecerá a mesa de conversa entre os artistas convidados e artistas locais, aberta ao público em geral, no Espaço 1, do CEART/UDESC, às 19h30.
As três apresentações cênicas acontecerão dias 06, 07 e 08 de novembro, respectivamente: Desmontagem Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência, de Tânia Farias, mostra de processo Alongamento em Sol Menor, de Vinícius Huggy, demonstração técnica Uma Prisão para a Liberdade, de Carlos Simioni. Horários e locais serão divulgados no site do evento.
No dia 09 de novembro, sábado, será a vez da performance do grupo de pesquisa na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, com a proposta de uma composição cênica conclusiva da Residência Artística com Tânia Farias, na busca de pensar um corpo para representar as histórias possíveis, as imagens presentes no lugar.
“Trata-se de um primeiro movimento para a criação do ASA - Ateliê Sul de Atuação, um programa continuado de pesquisa e formação em artes cênicas com foco no trabalho de ator/atriz”, afirma Vinícius Huggy, um dos idealizadores do projeto.
O projeto ainda prevê a entrega de uma obra audiovisual em formato documentário experimental com imagens das ações realizadas e entrevistas com os participantes. O filme será distribuído para espaços de arte e cultura independentes em Florianópolis e inscrito em festivais de cinema.
Toda a programação é gratuita e aberta a comunidade, e a residência artística com chamada pública com inscrições abertas até dia 01 de outubro de 2019.


Sobre a Desmontagem

Desmontagem é um conceito novo no cenário cultural que se constitui como uma linguagem híbrida, entre o espetáculo teatral e a reflexão teórica sobre a obra, que o Ói Nóis Aqui Traveiz vem difundindo pelo país e exterior. A Desmontagem Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência, com concepção e atuação de Tânia Farias, refaz o caminho da atriz na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Ao seguir a linha de investigação sobre teatro ritual de origem artaudiana e performance contemporânea, a desmontagem de Tânia Farias propõe um mergulho num fazer teatral onde o trabalho autoral do ator condensa um ato real com um ato simbólico, provocando experiências que dissolvam os limites entre arte e vida e ao mesmo tempo potencializem a reflexão e o autoconhecimento. No desvelamento dos processos de criação de diferentes personagens, criadas entre 1999 e 2011, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. Por meio da ativação da memória corporal, a atriz faz surgir e desaparecer as personagens, realizando uma espécie de ritual de evocação de seus mortos para compreensão dos desafios de fazer teatro nos dias de hoje.








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