Anti-heroína de Pindaíba

Antônio Hohlfeldt (Jornal do Comércio18 de abril de 1997)
Fotos de Adriana Franciosi
Ao completar 19 anos de vida, traída pela Administração Popular que se nega a dar qualquer apoio à  idéia de sua permanência no local em que fez história na cidade, nem por isso a trupe de atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz perde sua fleuma e sua força. Aniversário se faz com festa e festa, para um grupo de teatro, é representar. Foi o que fez o Ói Nóis..., estreando seu novo espetáculo de teatro de rua, A Heroína de Pindaíba.
   Trata-se da adaptação de uma peça de Augusto Boal, dos tempos do seu exílio na Argentina (1975), originalmente intitulada O homem que era uma fábrica. O texto original era uma fábula e, apesar ou justamente por causa das adaptações sofridas, mais fábula e mais farsa ficou ainda o espetáculo que conta a história de Matilda Silva da Silva (o povo brasileiro) que sonha emigrar para os Estados Unidos, deixando Pindaíba (Brasil). Para tanto, e após passar por um sem-número de exigências…

SELECIONADOS PARA A OFICINA DE TEATRO DE RUA - ARTE E POLÍTICA (PRIMEIRA CHAMADA)


1. Ariane Diniz Vizzoto
2. Bruno Fantinelli
3. Clenir dos Santos
4. Hilton Fernandes Alves
5. Jorge Alberto Gil Nazario
6. Laura Fernandes Ricacheneisky
7. Lucas Gheller Rocha
8. Marcio Menezes
9. Paloma Sanchez
10. Paola da Fontoura da Silva
11. Raul Ribeiro Bezerra
12. Vinicius Zanini Bock

O início das aulas da Oficina de Teatro de Rua - Arte e Política foram prorrogadas para o dia 9 de março/2020.