TRIBO DE ATUADORES ÓI NÓIS AQUI TRAVEIZ 44 ANOS [PARTE 19]

“Se Não Tem Pão, Comam Bolo!” tem por referência a célebre frase da rainha da França, Maria Antonieta,quando no princípio da Revolução Francesa, pressionada em seu próprio palácio pelo povo que pedia pão, pateticamente perguntou por que não comiam brioches. Encenação popular, esta fábula política recorre ao fato histórico para falar de problemas cotidianos que afligem a maioria dos brasileiros: a fome, a opressão, os desmandos do poder e a corrupção dos políticos. Os personagens são saltimbancos contadores de histórias, que de uma forma satírica e divertida cantam para o povo, nas ruas, o que a sociedade burguesa procura esconder: a luta de classes. 
    “SE NÃO TEM PÃO, COMAM BOLO!” Roteiro e direção : criação coletiva Figurinos : Arlete Cunha Adereços : Zau Figueiredo Música : Rogério Lauda Elenco : Arlete Cunha, Kike Barbosa, Rogério Lauda e Sandra Possani Intérprete em substituição : Vera Parenza Estreia : 14 de fevereiro de 1993 (Espetáculo de rua) TERREIRA DA TRIBO EU APOIO! Você

Lançamento virtual CAVALO LOUCO - Revista de Teatro

Lançamento virtual
CAVALO LOUCO - Revista de Teatro


Sábado, dia 29 de agosto, 22h
Na plataforma ZOOM

 




No próximo sábado, dia 29/08, às 22h, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz vai lançar a 20° edição da CAVALO LOUCO - Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Será pela plataforma Zoom e contará com a participação dos atuadores, colaboradores dessa edição da revista, além de atrações especiais surpresas para essa celebração.

Para garantir entrada na sala, basta enviar e-mail para terreira.oinois@gmail.com solicitando o link (VAGAS LIMITADAS).

A vigésima edição da Cavalo Louco é a primeira versão totalmente digital. É mais uma das ações virtuais que o grupo propõe para este contexto pandêmico. Conta com a colaboração do uruguaio Jorge Arias, com um texto sobre o Tio Vania do Tchekhov, o carioca Sidnei Cruz escreve sobre o artesanato literário de Zé Agrippino de Paula, e a também carioca, Christina Streva, colabora com um estudo sobre o cabaré. Escreve também Yasmin Steil sobre o cruzamento do espetáculo Medeia Vozes do Ói Nóis com o filme de Paradjanov, A Cor da Romã.

Rodrigo Mercadante, da Cia do Tijolo de São Paulo, tece uma homenagem ao mestre argentino Ilo Klugli, fundador do Teatro Ventoforte em São Paulo, um dos grandes nomes da renovação do teatro para crianças, que faleceu recentemente. Temos ainda uma homenagem ao companheiro Júlio Saraiva, nas palavras de Renan Leandro. Na seção Magos do Teatro Contemporâneo, outra homenagem, desta vez ao colombiano Santiago García, um dos criadores do grupo La Candelária de Bogotá, falecido nesse 2020.

Na seção Crítica, temos duas críticas sobre Meierhold, último trabalho da Tribo. Uma tecida pelo crítico teatral e organizador da página Teatro Jornal, Valmir Santos e outra escrita em formas de cartas pelos professores e pesquisadores Henrique Saidel e Caroline Marim.

Na seção Teatro de Grupo em Foco, vamos conhecer um pouco sobre o grupo Sobrevento de São Paulo e o grupo Ueba Produtos Notáveis de Caxias do Sul, em artigos assinados por artistas dos próprios grupos.

A seção Cavalo Louco Especial apresenta um dossiê sobre o programa Cultura Viva, com textos escritos por Alexandre Santini, Leandro Anton e o núcleo de pesquisa editorial da Tribo.

A revista será distribuída gratuitamente e é uma realização da Associação dos Amigos da Terreira da Tribo por meio do projeto Terreira da Tribo - Ponto de Cultura.