terça-feira, 30 de junho de 2015

Oficina de Teatro Livre - Todos os Sábados!

Venha fazer Teatro!!!

A oficina de Teatro Livre, que acontece todos os sábados na Terreira da Tribo, é gratuita e aberta a qualquer interessados a partir dos 15 anos e não necessita de inscrições, o aluno poderá comparecer no próprio sábado com roupa confortável para a realização de trabalho físico/prático.

A oficina trabalha com alguns princípios básicos do fazer teatral como: improvisação, expressão corporal, interpretação, jogos dramáticos, etc.

Foto: Pedro Isaias Lucas


Local:Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186)
Dia:Todos os sábados
Horário: das 14h às 17h
Informações pelo fone: 3028 13 58
Oficineira: Marta Haas

segunda-feira, 22 de junho de 2015

IV Festival de Teatro Popular Jogos de Aprendizagem!

De 18 a 28 de Junho a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, estará realizando o IV Festival de Teatro Popular Jogos de Aprendizagem!
Espetáculos, palestras, desmontagens, demonstrações e trabalho, oficinas e muito mais... Confira!
ENTRADA FRANCA!

Mais informações no link: http://festivaljogosdeaprendizagem2015.blogspot.com.br/






quinta-feira, 18 de junho de 2015

Medeia Vozes abre o IV Festival de Teatro Popular - Jogos de Aprendizagem

Começa hoje!!!
E para abrir nossa programação teremos uma apresentação do premiado espetáculo de vivência, da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz "Medeia Vozes". A apresentação será na Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186 - São Geraldo), às 19h30.

Toda a programação do Festival tem entrada Franca!

Foto: Pedro Isaias Lucas

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz toma uma versão antiga e desconhecida do mito, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que Eurípides a acusa. O mito é questionado e reelaborado de maneira original, para analisar o fundamento das ordens de poder e como estas se mantêm ou se destroem. Medeia é uma mulher que enxerga seu tempo e sua sociedade como são. As forças que estão no poder manifestam-se contra ela, chegando mesmo à perseguição e banimento, ela é um bode expiatório numa sociedade de vítimas. A voz de Medeia somam-se vozes de mulheres contemporâneas como as revolucionárias alemãs Rosa Luxemburgo e Ulrike Meinhof, a somali Waris Diriiye, a indiana Phoolan Devi e a boliviana Domitila Chungara, que enfrentaram de diferentes maneiras a sociedade patriarcal em várias 
partes do mundo.

Medeia Vozes ganhou o Prêmio Açorianos em 8 categorias (melhor espetáculo, atriz para Tânia Farias, cenografia, iluminação, trilha para Johann Alex de Souza, dramaturgia, produção e direção), além do troféu do Júri Popular. E em 2014 ganhou mais um prêmio açorianos na categoria de melhor espetáculo, concedido pela EEPA (Escola de Espectadores de Porto Alegre).

IVº Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem vai acontecer de 18 a 28 de junho de 2015 em diversos bairros da região metropolitana de Porto Alegre. É uma realização da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e do Programa Iberescena (Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas). O Festival tem dois eixos principais: focar a atividade teatral que é desenvolvida nos bairros populares e contribuir para a discussão sobre princípios estéticos e éticos na formação do ator. Para enriquecer o aprendizado, o convívio e a troca de experiências, o Festival conta com a participação dos grupos latino-americanos Laboratorio de Teatro EL RAYO MISTERIOSO, EL BALDÍO Teatro, ambos da Argentina, e do Teatro TALLER DE COLÔMBIA. Ainda participam do Festival os grupos Pandora de São Paulo, A Gangorra de Caxias do Sul, e o espetáculo “5 minutos” com direção de Marília Carbonari de Florianópolis.

Mais iinformações:
http://festivaljogosdeaprendizagem2015.blogspot.com.br/p/inicio.html

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Vem aí o IV FESTIVAL DE TEATRO POPULAR: JOGOS APRENDIZAGEM


Confira aqui mais informações:

O IVº Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem vai acontecer de 18 a 28 de junho de 2015 em diversos bairros da região metropolitana de Porto Alegre. É uma realização da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e do Programa Iberescena (Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas). O Festival tem dois eixos principais: focar a atividade teatral que é desenvolvida nos bairros populares e contribuir para a discussão sobre princípios estéticos e éticos na formação do ator. Para enriquecer o aprendizado, o convívio e a troca de experiências, o Festival conta com a participação dos grupos latino-americanos Laboratorio de Teatro EL RAYO MISTERIOSO, EL BALDÍO Teatro, ambos da Argentina, e do Teatro TALLER DE COLÔMBIA. Ainda participam do Festival os grupos Pandora de São Paulo, A Gangorra de Caxias do Sul, e o espetáculo “5 minutos” com direção de Marília Carbonari de Florianópolis.

Focando a atividade que é desenvolvida nos bairros populares da cidade o Festival conta com uma Mostra Pedagógica da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. Ainda fazem parte da Programação do IVº Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem atividades formativas com a realização dos Painéis “Teatro e Aprendizagem”, “O Teatro Latino Americano Hoje” e “Teatro e Aprendizagem”, e Oficinas com os grupos El Rayo Misterioso e Taller de Colômbia, além de uma Mostra do Repertório da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz .

As atividades do Festival de Teatro Popular serão realizadas na Terreira da Tribo, no Museu do Trabalho, nos Teatros do Centro Municipal de Cultura e da Casa de Cultura Mario Quintana, no Grêmio Esportivo Ferrinho no bairro Humaitá, no Centro de Educação Ambiental no bairro Bom Jesus, no Ponto de Cultura União da Tinga no bairro Restinga, no Parque da Redenção, no Largo Glênio Peres e na Esquina Democrática. Este ano as cidades de Canoas e Novo Hamburgo receberão espetáculos do Festival.

 A origem do Festival de Teatro Popular está na realização da Mostra Jogos de Aprendizagem, que o Ói Nóis realiza desde 2004. A Mostra é resultado do processo pedagógico que é colocado em prática pela Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e da circulação de espetáculos em diferentes bairros populares. O batismo Jogos de Aprendizagem do Festival provém de um conceito da teoria da Peça Didática de Brecht. Ao traduzir o termo Lehrstück para o inglês, Brecht usou a denominação learning play, ou seja, jogo de aprendizagem. O acento na atitude ativa do aprendiz é acentuado, em detrimento do ensinamento catequético, ou da lição a ser aprendida.

Todas as atividades desenvolvidas pelo Festival são gratuitas e abertas à população em geral.

Confira a programação:




segunda-feira, 8 de junho de 2015

Ói Nóis Aqui Traveiz apresenta a Performance “Onde? Ação nº2” no seminário sobre o processo de construção da Política Nacional das Artes – Funarte RJ


O Ministério da Cultura (MinC) realiza, dia 9 de junho, o seminário de lançamento do processo de construção da Política Nacional das Artes (PNA). O evento ocorrerá das 9h às 18h30, na sede da Fundação Nacional das Artes (Funarte), no Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo site e pelas redes sociais do MinC.

A Tribo encerra as atividades na sede da Funarte, com a apresentação da Performance “Onde? Ação nº 2”, às 18h30.

Foto: Pedro Isaias Lucas


Performance "Onde? Ação nº2”

A performance “Onde? Ação nº2” de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis.

Construção da PNA


A Política Nacional das Artes é um conjunto de políticas públicas consistentes e duradouras para as artes brasileiras. As discussões têm como ponto de partida os planos setoriais, debates, conferências e estudos realizados pelo Sistema MinC.

Os planos setoriais são conjuntos de propostas resultantes das reuniões realizados, no período de 2005 a 2010, por representantes da sociedade civil e técnicos do MinC.

A PNA contribuirá para a renovação da Funarte, entidade vinculada ao ministério, responsável pelas políticas de fomento para artes visuais, circo, dança, literatura, música e teatro.

O debate sobre cada uma das linguagens artísticas será aprofundado em quatro momentos: 

a) seminários em parceria com a Fundação Casa de Rui Barbosa;

b) encontros setoriais com representantes das principais linguagens artísticas (já foram realizados três: circo, teatro e música);

c) reuniões presenciais com a equipe da Caravana das Artes, que passará por todos os estados e pelo Distrito Federal para debater propostas para todas as linguagens - artes visuais, circo, dança, literatura, música e teatro.

d) plataforma de participação social, aberta para receber sugestões de toda a sociedade pela internet.

http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/-/asset_publisher/OiKX3xlR9iTn/content/id/1269055

domingo, 7 de junho de 2015

Onde? Ação nº4! Vivos os levaram. Vivos os queremos!


A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz se soma a Caravana 43 que neste momento está em Porto Alegre com familiares dos desaparecidos e um estudante sobrevivente pra relatar, denunciar o terrorismo do estado mexicano e exigir, junto com organizações do mundo todo, a volta dos 43 desaparecidos. 

Resignificando a Performance Onde? Ação nº2 que de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar, trazendo o nome dos nossos desaparecidos políticos brasileiros, a Tribo realiza agora a Performance Onde? Ação nº4, onde um a um os nomes dos 43 estudantes mexicanos desaparecido serão evocados nas ruas de Porto Alegre. 

Vivos los llevaron, vivos los queremos!

No México, no Brasil, no mundo... aos presos e presas políticos, aos perseguidos, aos negros, aos oprimidos, aos familiares dos 43 estudantes: tua luta é nossa luta!

O ato performático acontecerá na segunda feira 8/06, às 17h na Esquina Democrática. 




O massacre:
“Primeiro” massacre: Iguala, estado de Guerrero, 26 de setembro de 2014, estudantes da Escuela Rural Normal Isidro Burgos, de Ayotzinapa, vinculados a Federacion de Estudiantes Campesinos Socialistas de Mexico (FECSM), as 20h30, regressavam de uma atividade de arrecadação de fundos para a manife¬tação de 2 de outubro, na Cidade do México, em memória ao massacre de Tlatelolco (1968). 

3 ônibus estavam regressando quando foram atacados pela polícia. Tiros de fuzil, AR-15. O tempo que a polícia levou pra recarregar os fuzis, foi a chance que alguns sobreviventes tiveram para tentar correr, desesperados, sem nenhuma coordenada, depois de testemunhar a chacina de seus companheiros. Estes foram os dois primeiros ônibus.
O terceiro ônibus vinha logo atrás. Depois do massacre dos dois primeiros, a polícia para o terceiro ônibus e manda os estudantes entrarem nas viaturas. Nunca mais voltaram.

“Segundo massacre”: Os estudantes que sobreviveram, por que estavam escondidos nas casas dos moradores de Iguala, saem para tentar resgatar os corpos de seus companheiros, vivos e mortos, em meio a um caldeirão de sangue. Chamam a imprensa e organizações sociais. 00h30 da madrugada do dia 27 chegam caminhonetes e carros de civis armados cuja ordem é “pegar e matar qualquer um que pareça estudante”.

Resultado - assassinados: o motorista do ônibus, um jovem de 14 anos e uma senhora que passavam de taxi, 2 estudantes (Daniel Solis Gallardo e Yosinavi Guerrero). Um com morte cerebral decorrente dos tiros (Aldo Gutierrez) e um que foi arrancado os olhos e pele quando ainda estava vivo (Julio Cesar Mondragon); 25 estudantes feridos e 43 desaparecidos. 43 famílias, há mais de 7 meses, sem saber de seus filhos, sem poder ao menos enterrá-los.

A Caravana:

O objetivo das Caravanas para os estados é dar um fórum internacional para os pais que perderam seus filhos para a violência sistemática e impunidade cometida pelo governo mexicano e sua polícia. Outro objetivo, tão importante é para lançar luz sobre a ligação entre a política externa americana e as condições socioeconômicas e de violência no México desde o financiamento dos EUA equipes e treina militares e da polícia mexicana através do Plano Mérida ou México. 

Mais informações:

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Medeia Vozes - Últimos finais de semana

Medeia Vozes segue em cartaz na Terreira da Tribo, nos próximos dois finais de semana! 
29 e 30 de maio e 5 e 6 de junho. ENTRADA FRANCA! Distribuição de senhas 1h antes.

Foto: Pedro Isaias Lucas

Por Maurício Alcântara

(...)É comum encontrarmos montagens que se apropriam dos clássicos gregos para estabelecer metáforas pertinentes para questões políticas e sociais da contemporaneidade – juntando a força que a arte pode ter de propor uma reflexão acerca de seu tempo, com a potência com que muitas obras da antiguidade retratam questões acerca da vida em sociedade, como discussões acerca da liberdade, da soberania, do direito, da luta contra a tirania e o autoritarismo, dos sentidos da democracia.
Medeia Vozes resgata a novela homônima da alemã Christa Wolf que revive o mito de Medeia para levantar uma subversão do mito que conhecemos sobretudo pela obra de Eurípedes. A hipótese é poderosa: e se a Medeia que conhecemos, fratricida e infanticida, não for a Medeia real, mas uma narrativa falsa que distorce a personagem de forma a encobrir os verdadeiros assassinos de seus irmãos, propagando versões falsas que servem ao interesse de quem tem mais poder para perpetuar sua versão dos fatos? Que fatos são mais convincentes, a mulher que mata seus filhos, ou a mulher que tem seus filhos assassinados para encobrir outros fatos?
A provocação é ainda maior: talvez até na ficção sejamos simpáticos às versões propagadas por aqueles que tinham mais poder para perpetuar sua versão dos fatos. Em determinado momento da peça, há uma fala que ecoa: nenhuma mentira é ruim o suficiente, desde que haja pessoas dispostas a acreditar nelas.
Partindo desta premissa, a montagem apresenta-nos uma heroína trágica que, ao contrário do mito “original”, jamais se vinga. Uma mulher pacífica, cuja única arma é a busca pela verdade e pela justiça – e que, mesmo quando é vítima da mentira e da injustiça, jamais se levanta contra seus algozes. Mesmo sendo inofensiva (ao contrário da assassina do mito), é tão perigosa do ponto de vista das ideias que é necessário imputar-lhe defeitos, crimes e más famas. As técnicas usadas pelos inimigos ancoram-se em pré-conceitos que, quando enraizados na sociedade, contribuem para assegurar a manutenção do poder nas mãos daqueles que já o têm. Na impossibilidade de Medeia ser subjugada por pertencer a uma classe inferior (por ser esposa do poderoso Jasão), ela é subjugada como mulher (impossibilitada de estar à altura dos homens) e taxada como feiticeira – com o suporte da xenofobia, outro marcador social que traça uma diferença entre ela, estrangeira, e o povo de Corinto. Nada como uma alegação de que o inimigo “não é um de nós”, para atribuir-lhe, com facilidade, qualquer defeito ou acusação desejados.
Nessa tentativa de construir uma contra-narrativa que sirva de contrapeso e consiga imprimir um outro ponto de vista à versão dos fatos criada pelos poderosos sedentos pela manutenção de seu poder, a trupe gaúcha remete a outras tantas mulheres que, assim como a Medeia protagonista, também carregaram até o fim de suas vidas o fardo de, apesar de sua resistência, serem retratadas como o oposto do que são. Essas Medeias várias que aparecem ao longo da peça evidenciam o quanto as narrativas, as construções simbólicas, as relações de poder e as consequências práticas e trágicas de nossas culturas contemporâneas sempre correm o risco de propagar a manutenção de forças desiguais de poder.
A Medeia do Ói Nóis é mais do que um estandarte da luta contra as relações de desigualdade de gênero. É também um grande monumento para a luta pela construção de uma história menos universal e mais polifônica, trazendo junto com cada voz e cada ponto de vista, uma possibilidade de narrativa que possa por em cheque as narrativas dominantes – e é por isso que tal montagem se faz tão necessária(...).

Crítica de Maurício Alcântara, publicada na Revista Eletrônica Bacante.

Medeia Vozes ganhou o Prêmio Açorianos em 8 categorias (melhor espetáculo, atriz para Tânia Farias, cenografia, iluminação, trilha para Johann Alex de Souza, dramaturgia, produção e direção), além do troféu do Júri Popular. E em 2014 ganhou mais um prêmio açorianos na categoria de melhor espetáculo, concedido pela EEPA (Escola de Espectadores de Porto Alegre).

Serviço: 
Medéia vozes - Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Local: Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont, 1186)
Dias: de 8 de maio a 6 de junho (sextas e sábados)
Horário: 19h30
Classificação etária: 16 anos
Duração: 210 min
Entrada Franca

Ficha Técnica: Criação, Direção, Dramaturgia, cenografia, figurinos criados coletivamente pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

Música: Johann Alex de Souza

Preparação Vocal: Leonor Melo

Participam da encenação os atuadores: Tânia Farias, Paulo Flores, Marta Haas, Sandra Steil, Eugênio Barbosa, Paula Carvalho, Jorge Gil Nazário, Clélio Cardoso, Roberto Corbo, Letícia Virtuoso, Geison Burgedurf, Mayura Matos, Keter Atácia, Pedro Rosauro, Daniel Steil, Luana Rocha, Márcio Leandro, Thales Rangel, Alex dos Santos e Pascal Berten.