sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Tânia Farias participa de mesa redonda após espetáculo em Salvador - BA

Neste sábado 30/08, às 19h, a atuadora Tânia Farias da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará participando de um bate papo com atores e público, após apresentação do espetáculo "O Inspetor Geral" - com Teatro Popular de Ilhéus, no Teatro Castro Alves em Salvador - Bahia.


O Teatro Popular de Ilhéus (TPI), grupo do Sul da Bahia, vencedor da edição 2014 do Edital TCA.Núcleo “Em Construção”, segue com sua ocupação artística no Complexo Teatro Castro Alves (TCA). A companhia se apresenta no próximo sábado (30 de agosto), às 19h, na Sala Principal do TCA, com o espetáculo “O Inspetor Geral”, inspirado na célebre obra do autor russo Nikolai Gogol (1809-1852), montagem que o grupo estreou em 2011. Os ingressos, para esta apresentação única no TCA, custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A lotação será reduzida, pois a peça será encenada com o público no palco.

Sequência da história de “Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito”, o espetáculo “O Inspetor Geral” estreou em 2011 e foi um dos projetos selecionados pelo SESI de São Paulo. Em 2012, foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro, na categoria especial. A comédia escrita e dirigida por Romualdo Lisboa, diretor do TPI, é fruto de pesquisas sobre Literatura de Cordel, Xilogravuras, Movimento Armorial e Cancioneiro Nordestino. A peça mostra a preocupação do antigo vice-prefeito e seus secretários corruptos com a possível vinda de um fiscal do governo.

Como parte das atividades do projeto do TPI, que ocupa o TCA até dezembro, haverá também um intercâmbio com o grupo Clowns de Shakespeare, do Rio Grande do Norte, apresentações de espetáculos, seminários, oficinas, além da montagem da nova peça do TPI, baseada na obra de Shakespeare “Medida por Medida”, que fechará a trilogia composta por “Teodorico Majestade” e “O Inspetor Geral”. O TCA.NÚCLEO é uma realização do Teatro Castro Alves, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

TCA.NÚCLEO – O grupo ilheense é o vencedor da 20ª edição do Edital TCA.NÚCLEO, numa seleção organizada pelo Teatro Castro Alves em conjunto com a Funceb. O projeto vencedor se chama “Shakespeare – Teatro Popular de Ilhéus em Construção”. No ano passado, o Núcleo Afro-Brasileiro de Teatro de Alagoinhas (NATA) venceu a 19ª edição do Edital TCA.Núcleo, com o projeto “Exu Sile Oná TCA”, o que resultou num intercâmbio com a Cia do Miolo, de São Paulo, iniciando uma estratégia de ocupações e intervenções artísticas realizadas no Teatro Castro Alves em paralelo à 1ª etapa das obras de requalificação que integram o projeto Novo TCA.

A Tribo participa de um dos maiores circuitos de teatro da América Latina!

Ói Nóis Aqui Traveiz na Argentina!

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz foi o grupo brasileiro convidado a participar do 9° Circuito Nacional de Teatro na Argentina, através de uma parceira firmada entre o Instituto Nacional de Teatro e o Festival Internacional de Teatro Porto Alegre em Cena. Se tratando de um dos maiores circuitos de festivais da América Latina, este grande evento reúne mais de 500 artistas, com uma programação de 62 espetáculos nacionais e 18 espetáculos internacionais que farão uma turnê por 25 festivais de norte a sul do país.

A Tribo, que completou 36 anos de trajetória viaja pela primeira vez para Argentina, onde irá percorrer por 12 festivais, realizando 18 apresentações do premiado espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação” e da performance “Onde? Ação n°2”, de 4 de setembro a 4 de outubro, trazendo ao público argentino uma reflexão poética e comprometida sobre a história do Brasil no século XX.

Foto: Cláudio Etges

O 9° Circuito Nacional de Teatro na Argentina é uma realização do Instituto Nacional de Teatro (INT) e do Ministerio de Educación de la Nación da Argentina. O evento valoriza a circulação de produções artísticas da Argentina por todo o território nacional. Ao mesmo tempo marca um importante passo no processo de integração latino-americana. “As alianças são muito bem-vindas nos festivais e intercâmbios culturais pelo mundo afora. E foi neste senso comum que o INT da Argentina e o Porto Alegre em Cena, por meios de seus coordenadores Miguel Palma e Luciano Alabarse, firmaram uma parceria inédita e boa para os dois países”, comenta a Coordenação do Festival gaúcho.


O circuito contará com produções de destaque oriundas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Itália, México, Uruguai e Venezuela. Sendo a Tribo de Atuadores Ói Nois Aqui Traveiz o único representante brasileiro desta edição.


Confira a Programação:

quinta-feira 4/09 - POSADAS: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
sexta-feira 5/09 - RESISTENCIA:  Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
sábado 6/09 - CORRIENTES: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
domingo 7/09 - PARANÁ: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
terça-feira 9/09 - ROSARIO: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
quarta-feira 10/09 - ROSARIO: Performance “Onde? Ação n°2”
sábado 13/09 - SANTA ROSA LA PAMPA: Performance “Onde? Ação n° 2”
domingo 14/09 - SANTA ROSA LA PAMPA: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
quarta-feira 17/09 - NEUQUÉN: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
sexta-feira 19/09 - CIPOLLETTI: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
domingo 21/09 - NEUQUÉN: Performance “Onde? Ação n° 2”
quarta-feira 24/09 - SAN LUIS: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
sábado 27/09 - MENDOZA: Performance “Onde? Ação n° 2”
domingo 28/09 - MENDOZA: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
terça-feira 30/09 - SAN JUÁN: Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”
quarta-feira 1/10 - SAN JUÁN: Performance “Onde? Ação n° 2”
sexta-feira 3/10 - CÓRDOBA: Performance “Onde? Ação n° 2”
sábado 4/10 - CÓRDOBA:  Espetáculo de teatro de rua “O Amargo Santo da Purificação”

Sobre o grupo

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
36 Anos de Utopia, Paixão e Resistência

                A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978 com uma proposta de renovação radical da linguagem cênica. Durante esses anos criou uma estética pessoal, fundada na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator. Não se limitando à sala de espetáculos, desenvolveu uma linguagem própria de teatro de rua, além de trabalhos artístico-pedagógicos junto à comunidade local. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica - a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas abertas e gratuitas para a população.
A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço. O Ói Nóis Aqui Traveiz segue uma evolução contínua e constitui um processo aberto para novos participantes. Para a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz o teatro é instrumento de desvelamento e análise da realidade; a sua função é social: contribuir para o conhecimento dos homens e ao aprimoramento da sua condição. 
Num mundo marcado pela exclusão, marginalização, pela homogeneização, pelo pensamento único, enfim, pela desumanização e pela barbárie, cada vez mais é vital e necessário denunciar a injustiça, as vendas de opinião, o autoritarismo, a mediocridade e a falta de memória. Esta é a defesa que o Ói Nóis faz o teatro como resistência e manutenção de valores fundamentais que diferenciam uns de outros: a solidariedade, a honestidade pessoal e a liberdade. 
Fazendo um teatro a serviço da arte e da política, que não se enquadra nos padrões da ética e da estética de mercado. O teatro como um modo de vida e veículo de idéias: um teatro que não comenta a vida, mas participa dela!

O Amargo Santo da Purificação
Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella

O espetáculo conta a história de Carlos Marighella este herói popular, que lutou contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar, e que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. O espetáculo é um painel dos principais acontecimentos que ocorreram no nosso país no século XX.  

Foto: Cláudio Etges
A dramaturgia elaborada pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança. Através de uma estética ‘glauberiana’, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro. 

A encenação de “O Amargo Santo da Purificação” desde sua estreia em 2008 vem sendo sucesso de público e crítica no país. No ano de 2009 recebeu o grande Prêmio Açorianos de melhor espetáculo, seguido dos prêmios de melhor produção, figurino, trilha sonora (para Johann Alex de Souza) e melhor atriz (para Tânia Farias) tornando-se um marco na história do teatro gaúcho, por ser o primeiro espetáculo de teatro de rua a receber tal prêmio.

Durante a sua trajetória o espetáculo percorreu 14 estados brasileiros; apresentou-se em mais de 60 cidades; participou de Festivais e Mostras em todo país, coloriu com suas alegorias praças, parques, vilas e bairros de Porto Alegre, levando o trabalho também à zona rural, passando por diversos assentamentos do Rio Grande do Sul, totalizando um público estimado de mais de 80.000 pessoas. Em 2013 o espetáculo foi escolhido para representar o Brasil no Ano Brasil/Portugal, sendo apresentado nas cidades de Porto e Coimbra.

FICHA TÉCNICA

Encenação Coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Dramaturgia criada coletivamente a partir dos Poemas de Carlos Marighella
Roteiro, sonoplastia, figurinos, máscaras, adereços e elementos cenográficos 
Criação Coletiva
Músicas-----------------------------------------------------------------Johann Alex de Souza 
Atuadores:
Paulo Flores, Tânia Farias, Clélio Cardoso, Marta Haas, Roberto Corbo, Sandra Steil, Paula Carvalho, Eugênio Barboza, Alex Pantera, Jorge Gil, Alessandro Müller, Letícia Virtuoso, Geison Burgedurf, Felipe Fiorenza, Paola Mallmann, Mayura Matos, Leila Carvalho, Luana da Rocha, Jacqueline Rosa, Pascal Berten, Keter Atácia, Márcio Leandro, Pedro Gabriel, Alessandro Müller e Thales Rangel.
Locução AI-5 e Descrição Clima Cena da Morte---------------------------Nilson Asp
Voz das Lições de Tortura-----------------------------------------------Giovana Carvalho
Criação da Cabeça de Getúlio Vargas-------------------------------Alessandro Müller
Criação e execução dos Triciclos----------------------------Carlos Ergo (Ergocentro)
Criação e Execução do Estandarte ‘Depor Podre Poder’ e colares Iansã----------Margarida Rache
Confecção Figurinos----------------------------------------------------------Heloísa Consul
Execução de Crochê das Cabeças Marighella-----------Maria das Dores Pedroso
Preparação dos Atores:
Capoeira-----------------------------------------------------------Ed Lannes (Grupo Zimba)
Berimbau-------------------------------------------------------------Nelsinho (Grupo Zimba)
Saxofone------------------------------------------------------------------------Zé do Trumpete
Dança Afro-------------------------------------------Taila dos Santos Souza (Odomodê)
Censura Livre Espetáculo adulto
Duração: 100min

Performance “Onde? Ação nº2”
No ano em que o Brasil completa 50 anos de um Golpe Militar!
Lembrar é resistir!

A performance “Onde? Ação nº2” de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis.

Foto: Pedro Isaias Lucas

Participam da performance: Tânia Farias, Marta Haas, Paula Carvalho, Sandra Steil, Mayura de Matos, Leticia Virtuoso, Paola Mallmann, Luana Rocha, Ketter Velho, Paulo Flores, Eugênio Barbosa, Pascal Berten, Roberto Corbo, Geison Burgedurf, Clélio Cardoso, Alessandro Muller e Jorge Gil.

Duração: 40 minutos

Confira um vídeo sobre o 9º Circuito Nacional de Teatro 2014 no link abaixo:




terça-feira, 26 de agosto de 2014

Performance Onde? Ação nº2 no DCE PUC RS!!!!


Nesta sexta feira, dia 29/08 a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará participando da programação Calouradas DCE PUC - RS com a apresentação da Performance "Onde? Ação nº2" às 11h30, em frente ao DCE. 

Foto: Pedro Isaias Lucas


Performance “Onde? Ação nº2”
No ano em que completamos 50 anos de um Golpe Militar!
Lembrar é resistir!

A performance “Onde? Ação nº2” de forma poética provoca reflexões sobre o nosso passado recente e as feridas ainda abertas pela ditadura militar. A ação performática se soma ao movimento de milhares de brasileiros que exigem que o Governo Federal proceda a investigação sobre o paradeiro das vítimas desaparecidas durante o regime militar, identifique e entregue os restos mortais aos seus familiares e aplique efetivamente as punições aos responsáveis. 

Participam da performance: Tânia Farias, Marta Haas, Paula Carvalho, Sandra Steil, Mayura de Matos, Leticia Virtuoso, Paola Mallmann, Luana Rocha, Ketter Velho, Paulo Flores, Eugênio Barbosa, Pascal Berten, Roberto Corbo, Geison Burgedurf, Clélio Cardoso, Alessandro Muller e Jorge Gil.



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Publicações na Livraria Cultura!

Agora quem quiser adquirir as publicações da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, poderá fazer a sua encomenda através do site da Livraria Cultura!!! Entrega para todo o país.



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O Amargo Santo da Purificação em Canoas – Mais Cultura nas Escolas!


A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e a Escola Municipal Max Adolfo Oderich convidam a cidade para a apresentação do Espetáculo de Teatro de Rua “O Amargo Santo da Purificação” que será realizado na próxima quinta feira, dia 28 de agosto, às 15h, na Rua Júlio Cardoso de Araújo (em frente a Escola Municipal Max Adolfo Oderich). A apresentação faz parte do projeto Mais Cultura nas Escolas.


A encenação de “O Amargo Santo da Purificação” desde sua estreia em 2008 vem sendo sucesso de público e crítica. No ano de 2009 recebeu o grande Prêmio Açorianos de melhor espetáculo, seguido dos prêmios de melhor produção, figurino, trilha sonora (para Johann Alex de Souza) e melhor atriz (para Tânia Farias) tornando-se um marco na história do teatro gaúcho, por ser o primeiro espetáculo de teatro de rua a receber este prêmio.

Durante a sua trajetória o espetáculo já percorreu 14 estados brasileiros; apresentou-se em mais de 60 cidades; participou de Festivais e Mostras em todo país, coloriu com suas alegorias praças, parques, vilas e bairros de Porto Alegre, levando o trabalho também à zona rural, passando por diversos assentamentos do Rio Grande do Sul, totalizando um público estimado de mais de 80.000 pessoas. Em 2013 o espetáculo foi escolhido para representar o Brasil, no Ano Brasil/Portugal, sendo apresentado nas cidades de Porto e Coimbra. E em setembro o espetáculo irá realizar uma turnê por 12 cidades da Argentina.

“O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella” conta a história deste herói popular, que lutou contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar, e que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. O espetáculo é um painel dos principais acontecimentos que ocorreram no nosso país no século XX.  
A dramaturgia elaborada pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança. Através de uma estética ‘glauberiana’, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro. 



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Amargo Santo da Purificação em Viamão - Mais Cultura nas Escolas!!!


A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e a Escola Estadual Tolentino Maia convidam a cidade para a apresentação do Espetáculo de Teatro de Rua “O Amargo Santo da Purificação” que será realizado neste domingo, dia 24 de agosto, às 15h, na Rua Antônio Zaquetin (em frente ao SAVI – Viamópolis/Viamão). A apresentação faz parte do projeto Mais Cultura nas Escolas.


A encenação de “O Amargo Santo da Purificação” desde sua estreia em 2008 vem sendo sucesso de público e crítica. No ano de 2009 recebeu o grande Prêmio Açorianos de melhor espetáculo, seguido dos prêmios de melhor produção, figurino, trilha sonora ( para Johann Alex de Souza) e melhor atriz (para Tânia Farias) tornando-se um marco na história do teatro gaúcho, por ser o primeiro espetáculo de teatro de rua a receber este prêmio.
Durante a sua trajetória o espetáculo já percorreu 14 estados brasileiros; apresentou-se em mais de 60 cidades; participou de Festivais e Mostras em todo país, coloriu com suas alegorias praças, parques, vilas e bairros de Porto Alegre, levando o trabalho também à zona rural, passando por diversos assentamentos do Rio Grande do Sul, totalizando um público estimado de mais de 80.000 pessoas. Em 2013 o espetáculo foi escolhido para representar o Brasil, no Ano Brasil/Portugal, sendo apresentado nas cidades de Porto e Coimbra. E em setembro o espetáculo irá realizar uma turnê por 12 cidades da Argentina.

“O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella” conta a história deste herói popular, que lutou contra as ditaduras do Estado Novo e do Regime Militar, e que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. O espetáculo é um painel dos principais acontecimentos que ocorreram no nosso país no século XX.  
A dramaturgia elaborada pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança. Através de uma estética ‘glauberiana’, o Ói Nóis Aqui Traveiz traz para as ruas da cidade uma abordagem épica das aspirações de liberdade e justiça do povo brasileiro. 



sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Lançamento da Cavalo Louco nº14 e Mostra do Processo Pedagógico na Terreira da Tribo

A Cavalo Louco – Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz chega ao seu décimo quarto número. Publicação semestral, a revista Cavalo Louco é veículo de reflexão sobre a prática teatral. Única no gênero, com periodicidade regular no sul do país, a Revista tem distribuição nacional e gratuita.

Para celebrar o lançamento de mais um exemplar da Cavalo Louco, a Tribo convida a cidade para um brinde em sua sede, no próximo dia 25 de agosto, às 20h na Terreira da Tribo (Rua Santos Dumont,1186). Neste mesmo dia teremos a Mostra do Processo de Criação de dois trabalhos pedagógicos do grupo. Um deles da Oficina Popular de Teatro do bairro São Geraldo, orientada pela atuadora Marta Haas, com a apresentação do processo de criação do Exercício Cênico “Quanto mais gente souber melhor” e monólogos selecionados da peça “Os Convalescentes” da disciplina de Interpretação A da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo orientada por Paulo Flores. Ambos os trabalhos tem como tema os Anos de Chumbo no Brasil.


Confira o editorial da Cavalo Louco nº14

Caros amigos, queremos dividir com vocês nossa alegria em termos estreado em setembro do ano passado nosso mais novo espetáculo de Teatro de Vivência: Medeia Vozes, que parte da novela da escritora alemã da antiga RDA Chirsta Wolf, além de fragmentos de textos e depoimentos de diversos autores e autoras.
Passados alguns meses da estreia, aproveitamos esta edição da nossa revista para compartilhar alguns artigos que trazem reflexões sobre este trabalho: Medeia Vozes: Por Uma Revivência do Trágico [Entre o Não-Lugar e a Utopia] de Carla Melo, Chamando a Mulher Bárbara: Trânsitos Entre Exílio e Memória de Paola Mallmann e Medeia: Do Mito Até Medeia Vozes de Jorge Arias. Trazemos também o artigo Quando Heiner Müller Relê a Grécia de Leonardo Munk e Vozes / Tragédia de Gilson Motta, que participaram do seminário Tragédia e a Cena Contemporânea que realizamos em setembro do ano passado.
Trazemos também os artigos Publicações em Revista de Maria Lúcia de Souza Barros Pupo, Festivais como Potencializadores do Convívio Teatral de Michele Rolim, O Legado Artístico de Lino Rojas de Valmir Santos e Elfriede Jelinek... Deixem a Obra Falar de Pascal Berten. A seção Magos do Teatro Contemporâneo traz o artigo A Presença de Joseph Chaikin. Dogoberto Feliz compartilha as experiências do Grupo Folias d’Arte de São Paulo e Hamilton Leite da Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais de Porto Alegre.
Esta edição da Cavalo Louco é dedicada à memória de Nico Nicolaiewsky, músico, compositor e ator, reconhecido pelo personagem Maestro Pletskaya, do espetáculo Tangos Tragédias, que realizou durante 30 anos com Hique Gomez. Para homenageá-lo, publicamos o texto O Adeus a Nico Nicolaiewsky, O Maestro Pletskaya de Tangos e Tragédias de Newton Pinto da Silva. Para finalizar, fechamos a revista com o poema Representação de Passado e Presente em Um de Bertolt Brecht.


Mostra do processo de criação do exercício cênico
“Quanto mais gente souber melhor”

A Oficina Popular de Teatro do Bairro São Geraldo irá compartilhar o processo de criação do exercício cênico “Quanto mais gente souber melhor”, mostrando algumas cenas deste trabalho, que busca rememorar os 50 anos do Golpe Militar instaurado no Brasil. “Quanto mais gente souber melhor” foi escrita em 1979 por João Siqueira em parceria com o Grupo Dia a Dia. No início da peça,  um homem acaba se envolvendo por acaso com um grupo de resistência armada. A partir deste encontro, se sucedem cenas onde aparecem as lutas operárias e estudantis que marcaram os anos mais duros da repressão.

A  Oficina Popular de Teatro do bairro São Geraldo é orientada pela atuadora Marta Haas.

Oficinandos: Andressa Moraes, Daniel Menezes, Daniel Steil, David Ouriques, Denise Uster, Francisco Jahn, Jules Dutra Bemfica, Luana Rocha, Manoel Araújo Neto, Marcelo Ximenes, Mateus Urretavizcaya, Ramona Irgolic, Rodrigo Reis e Sandra Steil.


O evento desta noite conta com a Apoio Cultural de:

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