terça-feira, 22 de agosto de 2017

Santa Catarina, aí vamos Nóis!!!

Encerrando a programação do Festival Palco Giratório em Florianópolis, a Tribo apresenta “Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”. Além do espetáculo de rua, o público catarinense poderá assistir a desmontagem “Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência” com a atuadora Tânia Farias e um workshop/vivência com a Tribo.

Confira abaixo mais informações:

30/08 (qua), às 14h às 18h, na Sala Multiuso: Workshop “Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz ”

Foto:Paula Carvalho

O workshop Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz consiste em um encontro coordenado pelos atuadores do grupo, que investiga o movimento e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço teatral. A ênfase é colocada na corporalidade do ator (como forma de perceber o próprio corpo) e na contracenação (para perceber o outro). A vivência vai intensificar a dinâmica teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização, musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de inter-relacionamento dramático.
Carga horária: 4h
Vagas: 20
Classificação etária: 16 anos

30/08 (qua), às 20h, no Teatro Sesc Prainha: Espetáculo: “Evocando os mortos – Poéticas da experiência”


A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho da atriz Tânia Faria na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação. (90min)

31/08 (qui), às 15h, na Praça Tancredo Neves – próximo ao Sesc Prainha: Espetáculo “Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”

Foto: Pedro Isaias Lucas
Para dar continuidade à pesquisa de teatro de rua, o Ói Nóis escolheu a versão de Augusto Boal de “A Tempestade”. Ele apropria-se da peça de Shakespeare e do pensamento do cubano Retamar para questionar a exploração da América do Sul pelo colonialismo europeu e para discutir a postura neocolonialista dos Estados Unidos. A figura de Caliban em “A Tempestade”, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visíveis as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial. Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, encenar “A Tempestade de Augusto Boal” é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliba é a reivindicação da legitimidade do “diferente”. Gênero: Teatro de Rua/ Teatro épico. (90min)

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz apresenta pela primeira vez em terras Sergipanas!

É com alegria que a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz chega a Aracaju para apresentar pela primeira vez um de seus espetáculos. A apresentação de "Caliban - A Tempestade de Augusto Boal" , na cidade será uma homenagem da Tribo ao grupo sergipano Imbuaça, que neste mês de agosto completa 40 anos de trajetória.

Acreditamos que este encontro será um momento histórico em nossas trajetórias! Que bons ventos nos acompanhem!

Vida Longa ao Grupo Imbuaça  (28 de agosto de 1977)
Vida Longa a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (31 de março de 1978)
Evoé!!!

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz é o grupo homenageado do 20º Palco Giratório.

Foto: Fabiano Ávila

Confira a programação da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz na cidade de Aracaju nesta semana: 

15 de agosto (terça-feira)
08h às 13h – Workshop “Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (RS)”
Local: Sesc Unidade Centro
19h30 – Pensamento Giratório “A Censura no Teatro Brasileiro durante a Ditadura Militar” com Lindolfo Amaral/SE e Paulo Flores/RS
Local: Sede do Grupo Imbuaça 

Dia 16 de agosto (quarta-feira)
08h às 13h – Workshop “Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz
Local: Sesc Unidade Centro

Dia 17 de agosto (quinta-feira)
16h – Espetáculo de teatro – A Tempestade de Augusto Boal” com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz/RS
Local: Praça Fausto Cardoso

Dia 19 de agosto (sábado)
16h – Espetáculo “Caliban – A Tempestade de Augusto Boal”
com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz/RS Local:
Praça da Matriz em Estância/SE

Dia 20 de agosto (domingo)
14h – Intercâmbio entre o Grupo Imbuaça/SE e a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz/RS
Local: Sede do Grupo Imbuaça

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O Palco não para de girar e nesta semana a Tribo chega a Curitiba

Curitiba é a próxima parada da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz que segue viagem pelo país, como grupo homenageado do 20º Festival Palco Giratório.

Confira nossa programação

CURITIBA:
- 10 de agosto, 20h, Teatro SESC da Esquina: “Desmontagem Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência”

- 11 de agosto, 15h, Praça Osório - Boca Maldita: “Caliban - A Tempestade de Augusto Boal”

Matheus José Maria

“Caliban - A Tempestade de Augusto Boal”

Para dar continuidade à pesquisa de teatro de rua, o Ói Nóis escolheu a versão de Augusto Boal de A Tempestade. Ele apropria-se da peça de Shakespeare e do pensamento do cubano Retamar para questionar a exploração da América do Sul pelo colonialismo europeu e para discutir a postura neocolonialista dos Estados Unidos.
A figura de Caliban em A Tempestade, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visíveis as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial.
Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, encenar “A Tempestade de Augusto Boal” é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliba é a reivindicação da legitimidade do “diferente”.

“Evocando os mortos – Poéticas da experiência”

Foto: Paula Carvalho

A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho da atriz na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação.

Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência, espetáculo de repertório da Cia., é criação da Atuadora Tânia Farias a partir de quatro personagens de espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Concepção e atuação: Tânia Farias Produção:Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz Operação de luz: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Roteiro de agosto da Tribo!

O espetáculo “Caliban - A Tempestade de Augusto Boal” que está percorrendo o país através do circuito Palco Giratório, neste mês de agosto irá passar por São Paulo, Curitiba, Aracaju e Florianópolis. 

Além das apresentações estaremos realizando oficinas, intercâmbios, palestras e mostra de repertório.  
Para a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz é uma grata alegria ser o grupo homenageado do 20º circuito Palco Giratório em vésperas de completar 40 anos de atuação. Evoé!

Foto: Pedro Isaias Lucas

Confira a nossa programação em São Paulo e Curitiba:

SÃO PAULO:
- 2 e 3 de agosto, 20h, SESC Campo Limpo: “Caliban - A Tempestade de Augusto Boal”  

- 3 de agosto, 15h, SESC Campo Limpo: Pensamento Giratório com a palestra “A Censura no Teatro Brasileiro”

- 4 de agosto, das 18 às 22h, SESC Campo Limpo: Workshop Vivência com a Tribo.

CURITIBA:
- 10 de agosto, 20h, Teatro SESC da Esquina: “Desmontagem Evocando os Mortos - Poéticas da Experiência”

- 11 de agosto, 15h, Praça Osório - Boca Maldita: “Caliban - A Tempestade de Augusto Boal”

Em breve nosso roteiro detalhado em Aracaju e Florianópolis.

“Caliban - A Tempestade de Augusto Boal”

Para dar continuidade à pesquisa de teatro de rua, o Ói Nóis escolheu a versão de Augusto Boal de A Tempestade. Ele apropria-se da peça de Shakespeare e do pensamento do cubano Retamar para questionar a exploração da América do Sul pelo colonialismo europeu e para discutir a postura neocolonialista dos Estados Unidos.
A figura de Caliban em A Tempestade, de Boal, ratifica a fundação mais firme de uma representação voltada para as margens. Falar em Caliban como símbolo de nossa identidade e do teatro latino-americano, nos leva a explorar novas sendas, novas categorias e a possibilidade de pensar e fazer teatro de outro modo. Implica em tornar visíveis as inumeráveis contradições e complexidades que configuram as sociedades contemporâneas marcadas pela ferida colonial.
Para o Ói Nóis Aqui Traveiz, encenar “A Tempestade de Augusto Boal” é gerar outros discursos, histórias e narrativas, produzir e reconhecer outros lugares de enunciação. Caliba é a reivindicação da legitimidade do “diferente”.

“Evocando os mortos – Poéticas da experiência”

A desmontagem “Evocando os mortos – Poéticas da experiência” refaz o caminho da atriz na criação de personagens emblemáticos da dramaturgia contemporânea. Constitui um olhar sobre as discussões de Gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Desvelando os processos de criação de diferentes personagens, a atriz deixa ver quanto as suas vivências pessoais e do coletivo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz atravessam os mecanismos de criação.

Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência, espetáculo de repertório da Cia., é criação da Atuadora Tânia Farias a partir de quatro personagens de espetáculos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Concepção e atuação: Tânia Farias Produção:Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz Operação de luz: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.

“A Censura no Teatro Brasileiro”

A palestra aborda um dos piores momentos da história do teatro brasileiro, devido à repressão e à censura exercidas pelo regime autoritário. No período da ditadura, a partir de 1964, o teatro sofreu grandes perseguições. Em especial dois grupos, o Oficina, em torno de seu diretor José Celso Martinez Corrêa, e o Arena, em torno de Augusto Boal, que se dedicaram a criar uma dramaturgia brasileira e uma nova formação do ator. Extremamente engajados, e invocando o teórico e dramaturgo alemão Bertolt Brecht como nome tutelar, marcariam a história do teatro no país. Essa situação só piorou após a promulgação do Ato Institucional Nº 5 (AI-5) em 1968, que deflagrou o terror de Estado e exterminou aquilo que fora o mais importante ensaio de socialização da cultura jamais havido no país.

“Vivência com a Tribo”
O workshop Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz consiste em um encontro coordenado pelos atuadores do grupo, que investiga o movimento e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço teatral. 
A ênfase é colocada na corporalidade do ator (como forma de perceber o próprio corpo) e na contracenação (para perceber o outro). A vivência vai intensificar a dinâmica teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização, musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de inter-relacionamento dramático.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Chegou a vez de Brasília conhecer a história de "Caliban - A Tempestade de Augusto Boal"

Primeiramente FORA TEMER!!!! DIRETAS  JÁ!!!

Nos dias 20 e 21 de julho a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz estará desembarcando em Brasília para mais apresentações do espetáculo "Caliban - A Tempestade de Augusto Boal" que segue percorrendo o país através do 20º Palco Giratório.

As apresentações serão nos dias 20 e 21.07, às 12h30 na Praça Central do Setor Comercial Sul – Praça do BRB.

Foto: Antônio Garcia Couto

Quando a gente se depara com o teatro de rua do Ói Nóis Aqui Traveiz experimentamos tantas sensações que ao final da peça estamos completos. São cheiros, cores, sons, cenografias, adereços, maquiagens e figurinos únicos, que só eles sabem fazer. Os personagens entram e saem de cena em plena rua como se estivéssemos dentro de um teatro com coxia, cortinas e camarins, tamanha intimidade que o grupo tem com esse tipo de teatro. Numa cena estão todos lá, atuando e, do nada, surgem eles com outro figurino, outra cor, outro cheiro, outra estética. Em Caliban - A Tempestade de Augusto Boal, o grupo encena a onda conservadora que nos assola, onde estão claros os retrocessos dos direitos sociais e a resistência possível do povo. Nessa história com início, meio e fim, estão os elementos que marcam a trajetória de 39 anos desse grupo singular.

Seu estilo está muito presente no novo espetáculo, embora seja totalmente diferente dos demais. 

A montagem, não por acaso, está hiperconectada com nossa realidade atual: se vale da versão de Augusto Boal, escrita no exílio na Argentina em 1974,  de "A Tempestade" de Shakespeare, para abordar os acontecimentos da América de hoje e seus colonizadores habituais. Sob a ótica do oprimido "Caliban" vemos as alegorias do poder, as tramas, as traições e o povo, como sempre, sofrendo as consequências da ganância do imperialismo. Tudo contado com máscaras, bonecos, pernas de pau, dança, música e atuações impecáveis. E já que "somos todos Caliban", fica a dica: não percam este espetáculo, pois ali na rua, durante a encenação do Ói Nóis, está exposta nossa alma latino-americana.

Bebê Baumgarten
(texto postado originalmente no site CENICAS)


Impulsionada pela ideia de que “somos todos Caliban”, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz propõe nesta encenação analisar criticamente a “tempestade” conservadora que sofre atualmente a América Latina, e, especialmente o grande retrocesso nos direitos sociais e na luta pela autonomia econômica, política e cultural que vivemos no Brasil. A encenação é criada a partir do texto “A Tempestade” de Boal, escrita pelo autor no exílio em 1974, período em que os movimentos sociais latino-americanos sofriam uma grande derrota frente ao imperialismo estadunidense e eram terrivelmente reprimidos pelas ditaduras civil-militares. A Tribo, sem trair a sua vocação artística, quer com o seu teatro de rua instaurar a alegria e a indignação nos seus mi

segunda-feira, 17 de julho de 2017

SELECIONADOS PARA A OFICINA DE TEATRO DE RUA – ARTE E POLÍTICA


1. Antônio Augusto Costa Lima
2. Christian Silva dos Santos
3. Cíntia Florence Nunes
4. Cristiano Batista Machado
5. Dijean Wilian Bueno da Costa
6. Elisa dos Santos
7. Fabrício Cuña Miranda
8. Fernanda da Fontoura Gil
9. Fernanda Hari
10. Humberto Böck Fagundes
11. Isabella Paiva
12. Jean Lucas Magnus Rodrigues
13. Jules Renan Dutra Bemfica
14. Júlia do Nascimento Marchant
15. Kenny Souza Varela
16. Luan Lourenço Hoffmann
17. Márcio Fransen Pereira
18. Nathália Dias Maciel
19. Natalie de Queiroz Macedo
20. Nílton Luiz Feijó Silva
21. Pedro Rafael Cardoso dos Santos
22. Rafael Torres Fernandes
23. Renata Martins Fialho
24. Sophia Cardozo
25. Tiana Godinho de Azevedo

SUPLENTES*:
1. Marina Silva Alves
2. Daniel Cardoso dos Santos
3. Gabriel Ramos Campão
4. Milena Louschner Lopes


Os selecionados devem estar presentes no dia 24.07.2017 (ínicio das aulas) no horário das 19 horas, sem atraso, para a confirmação da vaga. Trazer roupa confortável para exercícios práticos.)
*No caso de não confirmação da vaga pelo selecionado no dia 24.07.2017 será chamado o suplente pela ordem.


domingo, 16 de julho de 2017

Evoé!

Saudações Mestre!
Vida longa
Estamos juntos! Seguimos!
Com amor
A Tribo🌾